EUA: mulher é morta a tiros por agente de imigração em Minneapolis
Incidente deu início a um imediato embate de versões entre o governo federal e as autoridades locais

Apesar de receber os primeiros socorros no local e ser transferida para o Centro Médico do Condado de Hennepin, a mulher não resistiu aos ferimentos e teve o óbito declarado no hospital.
Em nota oficial, o Departamento de Segurança Interna (DHS) defendeu a conduta do oficial, alegando que o disparo foi efetuado em legítima defesa. Segundo o comunicado, "manifestantes violentos" teriam utilizado um veículo como arma na tentativa de atropelar os agentes.
O órgão afirmou que o funcionário agiu conforme seu treinamento para garantir a própria segurança e a de seus colegas diante do que classificou como um "ato de terrorismo interno".
A justificativa federal, no entanto, foi duramente rebatida pelo prefeito de Minneapolis, Jacob Frey. Em coletiva de imprensa, o governante classificou a versão do DHS como uma "grande mentira" e afirmou ter assistido a vídeos do incidente que contradizem o relato oficial.
Frey criticou a presença dos agentes federais, acusando-os de semear o caos nas ruas e de agir de forma imprudente, e reiterou o pedido para que o ICE deixe a cidade imediatamente.
O caso ocorre em um momento de alta tensão migratória nos Estados Unidos, com o aumento de operações de deportação e protestos em diversas metrópoles. A Polícia de Minneapolis e o FBI seguem acompanhando o desdobramento das investigações para esclarecer as circunstâncias exatas do disparo.
Com informações de CNN Brasil
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