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O fenômeno ocorre devido à distância entre a Terra e a Lua, que estará próxima do seu ‘apogeu’, ou seja, em seu ponto mais distante da terra. Nesse caso, o satélite é percebido com 1,1% menor que o Sol, criando um efeito visual em que o disco escuro fica sobre um disco brilhante maior.
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Apesar de ocorrer nesta terça-feira, o fenômeno não estará visível em todo mundo. O principal ponto de visibilidade será nas regiões mais remontadas da Antártica e as águas do Oceano Antártico, além de parcialmente em alguns países do hemisfério sul como Argentina, Chile e África do Sul.
Mesmo que não seja visível no Brasil, cabe ressaltar as medidas de segurança com a visualização de eclipses solares. Especialistas reforçam que a observação direta do Sol exige precauções rigorosas para evitar danos irreversíveis à visão. As recomendações incluem:
- Uso obrigatório de óculos certificados (norma ISO 12312-2).
- Utilização de filtros solares homologados em telescópios ou binóculos.
- Observação a olho nu permitida apenas durante a fase de totalidade e estritamente dentro da faixa de cobertura completa.
Para o público que não pode se deslocar até os locais de visibilidade, geralmente as agências espaciais realizam transmissões globais ao vivo. O evento promete ser uma experiência cultural e emocional sem precedentes, paralisando o cotidiano para registrar um fenômeno que dificilmente será presenciado novamente por esta geração.