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O anúncio foi feito pelo ministro da Defesa da Colômbia, o general reformado Pedro Sánchez, que afirmou seguir orientações diretas do presidente Gustavo Petro. Segundo ele, as decisões têm como objetivo proteger a população, garantir a segurança na região de fronteira e oferecer apoio humanitário a migrantes venezuelanos.
Em mensagem publicada nas redes sociais, Sánchez informou que o Posto de Comando Unificado para assistência humanitária foi ativado em Cúcuta, principal ponto de entrada de migrantes vindos da Venezuela. De acordo com o ministro, a estrutura permitirá uma resposta coordenada das autoridades diante do novo cenário regional.
Além da assistência humanitária, o governo colombiano decidiu mobilizar todos os recursos da Força Pública para antecipar e neutralizar possíveis riscos na fronteira nordeste do país. Sánchez declarou que a ação busca impedir eventuais ataques de grupos armados organizados ilegais que atuam na região.
O ministro também destacou a posição oficial do governo colombiano sobre o contexto internacional, afirmando que as ameaças ao país vêm de organizações criminosas transnacionais, e não de outros Estados.
Como parte das medidas preventivas, a Colômbia reforçou a segurança nas embaixadas dos Estados Unidos e da Venezuela em seu território. O objetivo é proteger diplomatas e evitar incidentes relacionados à tensão regional.
Pedro Sánchez lembrou ainda que, conforme a Constituição colombiana, a condução das relações internacionais é responsabilidade exclusiva do presidente da República, na condição de chefe de Estado.