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Anselmi aponta qual postura espera do Botafogo após eliminação no Carioca

Treinador comentou do duelo contra o Flamengo e destacou o que agradou mesmo com a derrota

Anselmi abriu o jogo sobre a atuação do Botafogo no clássico

Apesar da eliminação no Campeonato Carioca para o Flamengo, o técnico do Botafogo Martin Anselmi apontou o caminho para a equipe ter êxito na temporada. E o próximo desafio também é de caráter eliminatório.

O Glorioso enfrenta na próxima quarta-feira (18) o Nacional Potosí, pela fase preliminar da competição continental. Segundo o treinador, as coisas positivas do clássico ficam para o próximo jogo.

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“Antes de falar do jogo da Bolívia, eu quero falar do meu sentimento de algumas coisas que acredito ser o momento para ter essa reflexão. Da nossa parte, essa é a equipe que eu quero ver em campo, esse tipo de equipe, que pode perder, pode ganhar, pode empatar, mas tem atitude, desejo de ganhar, vontade de ir para a frente, com competitividade. Isso não esteve presente no jogo contra o Fluminense, desse jeito. Quero também deixar uma mensagem para a torcida do Botafogo”, destacou técnico, que também se desculpou pela derrota:

“Como líder do grupo, quero pedir desculpas e perdão por esses três jogos. Sei que é muito importante vencer um clássico, eu sou torcedor de um time em que um clássico é o jogo mais importante da vida e já sofri muito também por não ter vencido”, completou.

Dificuldades em Potosí?

Ex-técnico do Independiente Del Valle, do Equador, Martin Anselmi destacou que conhece bem os caminhos para jogar na altitude. Potosí fica a 4000 mil metros acima do nível do mar.

“Tenho experiência na altitude sendo mandante. A primeira coisa é ser inteligente. A segunda coisa é que temos que entender o que é uma coisa real e uma coisa mental. Não vamos ficar pensando na condição de jogo. Temos um plano de jogo. Sabemos que não vai ser um jogo normal, que a altitude muda muita coisa. Temos gente lá já treinando, que já contaram a experiência e estão fazendo bem as coisas. Estamos mentalmente fortes. Não controlamos isso. Temos que enfrentar como um inimigo a mais”, falou.

Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.

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