Desde que assumiu o
O técnico falou sobre a ‘turbulência’ que o Flamengo enfrentava. Inclusive, um resultado negativo no Maracanã jogaria mais pressão ainda na equipe que tem jogo decisivo pela
“O momento turbulento, como você falou. Depois de uma vitória contra o Corinthians, uma vitória contra o Botafogo-PB, tivemos uma derrota no último minuto com gol de pênalti (Cruzeiro) e um empate fora de casa, sendo que viemos de três viagens e jogos a cada três dias. Essa turbulência que existe é externa. Internamente, os jogadores continuam acreditando, trabalhando, lutando, aprendendo, corrigindo, evoluindo”, analisou.
Segundo ele, as equipes não conseguem ter o poder de prever ou controlar qualquer resultado, independente da forma como se comporta dentro de campo.
“O resultado, muitas das vezes, a gente não controla. Pode fazer um jogaço e perder, um jogo muito ruim e ganhar. Convivemos com isso, o importante é o que falo para vocês. Essa turbulência que existe fora muitas vezes chega ao torcedor”, disse.
Confiança grande
Mesmo com os resultados ruins antes do duelo contra o Bahia, Felipe garantiu que o Flamengo está no caminho certo e que a confiança não ficou abalada pelas partidas anteriores.
“O importante é que a gente continue acreditando no que está fazendo. Eu tenho uma convicção muito grande no que faço. Acredito muito no meu trabalho, de verdade, E vou continuar trabalhando porque amo isso que eu faço, até na turbulência. Isso é o mais preocupante, porque são muitas horas de trabalho, e eu amo o que eu faço mesmo nesses momentos. hoje foi uma vitória importante. Tínhamos que ganhar, dominamos o jogo, fizemos as chances, o gol”, comentou.
Duelo decisivo
Diante da LDU na quinta-feira, apenas a vitória interessa ao Rubro-Negro. Um revés, unido à uma vitória do Central Córdoba-ARG diante do já eliminado Deportivo Táchira-VEN elimina o Rubro-Negro do torneio continental.
Filipe Luís preferiu não prometer uma vitória para a torcida, nas garantiu que o Flamengo está focado para conseguir o objetivo e que depende apenas das próprias forças para isso.
“Não temos que dar palavra, temos de demonstrar no campo. Você tem razão, estamos fazendo uma Libertadores ruim, estamos em uma situação onde nós mesmos nos colocamos. A lição é que não existe adversário fraco na Libertadores. Se está lá é por algo, é porque foi campeão ou ficou na parte de cima da tabela. Nós nos colocamos nessa situação e também está nas nossas mãos poder sair. Só depende de nós”, afirmou.