Morre Ron Kenoly, cantor gospel americano, aos 81 anos

O artista faleceu aos 81 anos e ainda não teve a causa da morte confirmada

Morreu, aos 81 anos, Ron Kenoly

O cantor gospel Ron Kenoly faleceu na manhã desta terça-feira (3), aos 81 anos. A informação foi divulgada em seu perfil nas redes sociais, mas a causa da morte ainda não foi divulgada.

Ron Kenoly marcou fiéis ao redor de todo o mundo através da música. Ao longo de 40 anos de carreira, o artista lançou mais de 20 álbuns e se tornou uma das vozes mais influentes na comunidade gospel contemporânea.

A carreira do cantor iniciou-se aos 33 anos. Desde então, ele atuou como músico e pregador, além de ter viajado por mais de 120 países para pregações.

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O cantor deixa três filhos do casamento com Tavita, com quem esteve por 42 anos. São eles: Samuel, Ronald e Tony. Ele deixou também sua segunda esposa, Diana, com quem era casado desde 2014.

Em nota postada no Instagram, o produtor responsável por dar a notícia lamentou a morte de Ron. “Ele me ensinou que um líder de louvor não é apenas alguém que conduz músicas, mas um servo que se conecta com pessoas de coração aberto para adorar, guiando-as a “entrar por suas portas com ações de graças e em seus átrios com louvor” (Salmo 100:4). O louvor, dizia ele, está sempre enraizado na gratidão por aquilo que Cristo já fez por nós, e nunca na expectativa do que queremos que Ele faça”, escreveu.

Em 2024, Ron Kenoly esteve no Brasil, onde gravou um show na Igreja Batista do Bacacheri, em Curitiba.

Leia na íntegra o comunicado do falecimento

“Na manhã de hoje, 3 de fevereiro de 2026, nos despedimos do Dr. Ron Kenoly.

Por mais de 20 anos, tive a honra de caminhar ao lado dele no ministério ao redor do mundo, não apenas como seu diretor musical, mas como um filho, um aluno e uma testemunha de uma vida marcada pela fidelidade.

Doc era muito intencional em uma coisa: ele nunca foi um artista, nunca um entertainer. Ele era um líder de louvor. E fazia questão de dedicar todo o tempo necessário para explicar o que isso realmente significava. O chamado de um líder de louvor não é apresentar canções, mas conduzir as pessoas ao verdadeiro louvor na presença de um Rei; o Rei dos Reis, Jesus Cristo.

Ele me ensinou que um líder de louvor não é apenas alguém que conduz músicas, mas um servo que se conecta com pessoas de coração aberto para adorar, guiando-as a “entrar por suas portas com ações de graças e em seus átrios com louvor” (Salmo 100:4). O louvor, dizia ele, está sempre enraizado na gratidão por aquilo que Cristo já fez por nós, e nunca na expectativa do que queremos que Ele faça.

Fora do palco, Doc carregava a mesma integridade, humildade e reverência por Deus que o mundo via sob as luzes. Ele me ensinou que a adoração começa muito antes da primeira nota ser tocada, sendo moldada pela obediência, pelo caráter e por um profundo temor do Senhor.

Hoje, sofremos profundamente, mas não sem esperança. A adoração que ele viveu é agora a adoração que ele contempla.

Até nos encontrarmos novamente, meu pastor, meu mentor, meu amigo.”

Maria Luíza Mendes é estagiária do portal Itatiaia e estudante de jornalismo na PUC Minas. Apaixonada por esportes e entretenimento, Maria possui experiência anteriores em outros portais online e na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

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