“Eles têm medo de ir para o Paredão comigo. Eles têm medo. Eu já percebi isso há muito tempo. Ali foi psicológico, porque falei: ‘Me põe no Paredão que eu vou puxar alguém’, e a Chaiany e a Samira falaram: ‘Eu não vou colocar’. Eles pipocam”, declarou Capetinha durante a
“Deixa ter, mas preciso fazer esse jogo psicológico”, acrescentou o ex-jogador, que também compartilhou a estratégia com Jordana. “Quando você chama alguém para o embate, o público entende também que você não está fugindo do jogo. Você quer o jogo”, opinou ele.
Jordana declarou ter medo, e ele destacou: “Eu tenho medo, mas sou do jogo. Quando chamo para o embate, eles pipocam! Eles têm medo de vir comigo, porque sabem que minha puxada pode ser qualquer um deles.”
“Porque você tem sua torcida lá fora”, opinou Jordana. “Eles sabem que não vai ser fácil”, concluiu Capetinha.
Edílson Capetinha se despediu de aliados
Edílson Capetinha voltou a falar que pretende desistir do
“Eu amo vocês, mas não estou aguentando mais isso aqui. Eu tive um sonho que algum parente meu está precisando de mim”, disse ele a Jonas Sulzbach e Alberto Cowboy.
O ex-jogador de futebol continuou: “Um mês aqui foi um desafio que vocês não imaginam, não imaginam! Tá sendo um desafio enorme pra mim. Eu não sou de fugir, você vê que eu sou dedicado nas coisas. O meu problema é cabeça.”
Durante a conversa, Edílson relatou que leva uma vida boa lá fora e que está vivendo um sacrifício no jogo. Na
Cowboy sugeriu uma mudança no jogo deles: “Vamos viver isso diferente a partir de amanhã, cara? Vamos só se divertir aqui dentro? Vamos fazer esse clima ficar mais leve? Vamos cozinhar, vamos treinar. E deixa o povo de lá ficar batendo, gritando, cantando, menosprezando a gente. Tenta fazer isso, irmão. Tenta mais um pouco.”
O atleta aceitou a proposta e resolveu continuar no jogo. “Se for desse jeito eu vou tentar mais um pouco”, disse.