Ouvindo...

Esposa de Zé Vaqueiro posta foto do filho e fala sobre possibilidade de alta

Criança nasceu em julho do ano passado e, desde então, segue hospitalizada

Arthur nasceu em julho de 2023 com síndrome rara

Ingra Soares, esposa de Zé Vaqueiro, contou nesta quarta-feira (14) que Arthur mudou de respirador e, em tom de esperança, disse que em breve o pequeno estará em casa. A criança nasceu em julho de 2023 com síndrome de Patau, uma má-formação congênita, e, desde então, segue internada.

“Mudei o meu respirador. Já já eu vou pra minha casa em nome de Jesus. E eu vou comer cuscuz no café da manhã, quem crê diz amém”, postou Ingra juntamente com uma foto do pequeno nos stories do Instagram.

Pouco depois, ela exibiu o momento em que ia para o hospital ver a criança.

Leia também

No início do mês, Ingra chegou a desabafar nas redes sociais sobre a internação da criança. “Tenho completa fé no senhor. Eu sinto isso todos os dias”, postou.

Dias antes, ela usou as redes sociais para falar que o filho apresentou piora no quadro de saúde. “Estava tudo bem, fui colocar ele para dormir e a saturação dele caiu, passou mal e ficou todo roxinho”, disse, aos prantos.

“Filho, se eu pudesse te tirava daqui, sentiria todas as suas dores só para te ver bem. Quando você passa mal assim, fica paralisado, sem se mexer... me mata por dentro”, acrescentou.

Durante participação no Caldeirão com Mion, Zé Vaqueiro explicou que Arthur só vai receber alta médica quando a equipe do hospital tiver “plena certeza que ele vai para casa bem”.

Zé Vaqueiro e Ingra também são pais de Daniel, de 3 anos. Nicolly, de 13, é fruto de uma relação passada da influenciadora.

Entenda a doença do filho de Zé Vaqueiro

Arthur nasceu no dia 27 de julho de 2023 com uma má-formação congênita associada à síndrome da trissomia do cromossomo 13, mais conhecida como síndrome de Patau, uma condição rara que afeta um em cada quatro mil nascimentos.

“A condição é raramente herdada geneticamente dos pais. Ela ocorre, na maioria das vezes, por acidentes genéticos”, explica o geneticista Marcos Aguiar, professor aposentado de pediatria da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e criador do serviço de genética do Hospital das Clínicas.

Dentre os principais efeitos no desenvolvimento das crianças afetadas pela trissomia do cromossomo 13, Aguiar destacou: má formação do sistema nervoso central, dedos a mais (polidactilia), defeito no fechamento da parede abdominal (onfalocele), olhos muito pequenos (microftalmia), alterações no nariz, fendas labiais e paladina e má formação cardíaca.

“O desenvolvimento dessas crianças, muitas vezes, leva ao aborto. No entanto, quando o bebê nasce ele pode ter muitas anormalidades que podem levar ao óbito antes de um mês. O quadro clínico de crianças com síndrome é variável, e algumas podem ter uma vida mais longa”, esclarece o médico.

O geneticista também explicou que crianças com o diagnóstico podem ter atrasos graves no desenvolvimento, devido à má formação do sistema nervoso. Por isso, elas, normalmente, irão precisar de fisioterapia, de terapia ocupacional e de fonoaudiologia.

Com informações de Ana Luísa Sales

Participe do canal da Itatiaia no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui e se inscreva.

Patrícia Marques é jornalista e especialista em publicidade e marketing. Já atuou com cobertura de reality shows no ‘NaTelinha’ e na agência de notícias da Associação Mineira de Rádio e Televisão (Amirt). Atualmente, cobre a editoria de entretenimento na Itatiaia.