O prefeito Fuad Noman, candidato à reeleição pelo PSD, foi o principal alvo de críticas dos outros candidatos pelo contrato firmado entre a PBH para subsidiar o transporte coletivo na capital.
Gabriel Azevedo (MDB), Bruno Engler (PL), Duda Salabert (PDT) e Rogério Correia (PT) questionaram a relação do prefeito com os empresários e alguns candidatos afirmaram que uma “máfia dos ônibus” atua em BH.
O prefeito Fuad pediu um direito de resposta e afirmou que o projeto que concedeu subsídios às empresas foi discutido e aprovado pela Câmara de BH, rebatendo a crítica de Gabriel Azevedo, presidente da Câmara.
“O candidato toda hora fica falando de máfia, ele precisa entender que o projeto que foi aprovado na Câmara foi contribuição dele. Se tem alguma máfia … estou publicando hoje que não tem nenhum processo contra mim, minha vida é absolutamente limpa, não tem nada duvidoso na minha vida, que é limpa e aberta. Não posso aceitar que um candidato chegue aqui e fale que eu faça parte de uma máfia”, afirmou Fuad.
Ele citou ainda o programa “Tolerância Zero”, da PBH, para cobrar das empresas de ônibus melhorias no transporte público.