O envolvimento da alta liderança é um dos fatores mais decisivos para que programas de saúde e bem-estar ganhem força e gerem impacto real dentro das organizações.
Para Fernanda Cardoso Zanetti, gerente de Segurança e Saúde para a Indústria do Sesi de Belo Horizonte, o papel dos executivos vai muito além de apoiar a ideia: eles são responsáveis por garantir recursos, direcionamento estratégico e, principalmente, pelo exemplo que orienta toda a cultura organizacional.
“A alta liderança é o patrocinador institucional com a aprovação de recursos e alinhamento estratégico, e é também um exemplo comportamental, influenciando diretamente a cultura da organização”, afirma Fernanda à Itatiaia.
Estratégia alinhada ao negócio impulsiona o engajamento
Quando o objetivo é engajar gestores e torná-los referência para suas equipes, Fernanda destaca que as ações precisam estar totalmente conectadas às metas corporativas e demonstrar resultados claros.
Ela explica que as estratégias mais eficazes são aquelas que contemplam o alinhamento com as metas corporativas, demonstram impacto em indicadores-chave e que têm participação ativa em campanhas e eventos.
Além disso, integrar os programas de saúde aos objetivos estratégicos é fundamental para que eles se sustentem ao longo do tempo.
“É essencial para a sustentabilidade dos programas; eles devem contribuir para os objetivos estratégicos e resultados organizacionais”, reforça.
Entre os erros mais comuns, Fernanda aponta práticas que minam a credibilidade e a continuidade das iniciativas. Segundo ela, é preciso evitar “tratar o programa como ação pontual ou isolada, a falta de envolvimento da liderança e ações desalinhadas aos objetivos do negócio”.
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