O dólar fechou a segunda-feira (23) com uma queda de 0,14%, cotado a R$ 5,16, o menor valor para a divisa desde 28 de maio de 2024, quando fechou a R$ 5,15. A moeda ainda é
A decisão judicial colocou um fim às tarifas de 40% que eram impostas sobre centenas de produtos brasileiros exportados aos norte-americanos, por meio da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (Ieepa). Em resposta, Trump
Segundo um estudo do Global Trade Alert (GTA), entidade que compila dados comerciais, o Brasil é o maior beneficiário da redução de tarifas. As taxas aplicadas ao país terão uma queda de 26,3% em média para 12,8%, um recuo de 13,56 pontos percentuais (p.p).
A China segue sendo o país mais taxado pelos Estados Unidos, mas também vai passar por uma redução significativa de 36,8% para 29,7% - recuo de 7,1 pontos percentuais. Por outro lado, países que possuíam tarifas menores serão mais taxados com a mudança, como no caso do Reino Unido (+ 2,1 p.p) e Itália (+1,7 p.p).
“Sob o regime anterior, a diferença era grande: países como a China e a Índia enfrentavam tarifas muito acima da média global, enquanto o Canadá, o México e a maioria dos exportadores europeus ficavam bem abaixo dela. O regime da Seção 122, com alíquota de 15%, reduz significativamente essa diferença”, diz o estudo.
Apesar do bom resultado do dólar, o Ibovespa teve um dia de queda. O principal indicador do mercado de ações caiu 0,88% mesmo após renovar o recorde intradiário a 191 mil pontos. A Bolsa fechou o pregão aos 188.854,48 pontos, com uma queda dos maiores bancos do país.