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Ex-comandante da Defesa Civil de MG desiste de disputar eleição

Coronel Godinho (Agir), que atuou em Brumadinho, era pré-candidato a deputado estadual

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Flávio Godinho era pré-candidato à deputado estadual
Flávio Godinho era pré-candidato à deputado estadual • Redes Sociais

O coronel Godinho (Agir), ex-comandante da Defesa Civil de Minas Gerais, vai anunciar nesta quinta-feira (2) que desistiu da candidatura a uma cadeira na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

O militar comandou uma das frentes de atuação do Estado após o rompimento da barragem da Vale, em Brumadinho. Mais recentemente, ocupava o cargo de secretário de Defesa Civil de Sabará e se desincompatibilizou da função, em abril, para disputar as eleições.

À coluna, o coronel afirmou que a dificuldade de ver honrados os pré-alinhamentos de campanha, somada aos desafios financeiros enfrentados por um candidato sem mandato, o fez repensar a decisão. "O novo projeto é cuidar da minha família", disse à coluna.

Popular e bem-quisto na corporação, Godinho pretendia representar os militares na Assembleia, defendendo pautas como a valorização das forças de segurança, o reforço da atuação policial no interior do estado, o combate ao crime organizado e o fortalecimento do ensino público, com a adoção do modelo do Colégio Tiradentes.

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Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast 'Abrindo o Jogo', que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.