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MPEs respondem por mais da metade das vagas de emprego criadas em Minas

Setor de Serviços liderou a criação de postos formais, enquanto o Comércio amargou o pior resultado entre os segmentos da economia

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Micro e pequenas empresas seguem protagonizando a geração de empregos em Minas Gerais • Marcelo Camargo/Agência Brasil

As micro e pequenas empresas seguem protagonizando a geração de empregos em Minas Gerais. Em abril, os pequenos negócios criaram 5.245 postos de trabalho, o equivalente a 58,34% de todas as vagas abertas no Estado. Os dados foram analisados pelo Sebrae Minas com base nas informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). No acumulado do ano até abril, as MPEs já somam 41.907 vagas, resultado que representa mais da metade do saldo total de empregos gerados no Estado. O setor de Serviços liderou a criação de postos formais, com saldo positivo de 5.193 empregos. Na sequência, a Construção Civil gerou 3.837 vagas, enquanto a Agropecuária também registrou desempenho favorável, com 945 postos abertos.

Entenda por que as micro e pequenas empresas lideram a geração de empregos em Minas

Varejo supermercadista prevê alta de 3% em 2026 e acelera investimentos em tecnologia

O varejo supermercadista brasileiro projeta crescimento real de 3% em 2026, já descontada a inflação, na comparação com o ano passado, quando o faturamento do varejo alimentar alcançou R$ 1,1 trilhão. Só em Minas, a expectativa de alta é de 3,45%. Paralelamente, o setor tem intensificado os investimentos em tecnologia para reduzir os impactos da escassez de mão de obra. A avaliação é do vice-presidente comercial da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Rodrigo Segurado. Segundo ele, eventos como a Copa do Mundo tendem a impulsionar o consumo. “Todo momento de festa e de comemoração acaba gerando confraternizações entre as pessoas e elas consomem mais”, explicou.

Veja por que o varejo supermercadista aposta em inovação para crescer em 2026

Maioria dos alimentos das festas juninas registra queda de preço em BH, mas feijão é ‘vilão’, aponta Ipead

O preço médio da maioria dos alimentos típicos das festas juninas apresentou queda em Belo Horizonte neste ano na comparação com 2025. Os destaques são o pé-de-moleque, com baixa de 31,22% no valor, e a canjica branca (diminuição de 28,62%). Por outro lado, o feijão carioca subiu 30,17% no mesmo período.

Os dados estão na pesquisa sobre a movimentação e preferências dos consumidores de BH para as festas de junho de 2026, feita pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (Fundação Ipead), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e divulgada nessa quinta-feira (25). 

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