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Governo libera lote de dinheiro esquecido do PIS/Pasep nesta quinta-feira (25)

Recursos são destinados aos trabalhadores que solicitaram ressarcimento até 31 de maio

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Abono salarial de abril será pago no dia 16
Os recursos são destinados aos trabalhadores que solicitaram ressarcimento até 31 de maio • Marcello Casal Jr/Agência Brasi

O governo federal liberou, nesta quinta-feira (25), o pagamento de um novo lote de dinheiro esquecido no antigo fundo dos programas de Integração Social (PIS) e Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). Os recursos são destinados aos trabalhadores que solicitaram ressarcimento até 31 de maio.

O fundo do PIS/Pasep esteve vigente entre 1971 e 1988, sendo substituído pelo atual abono salarial. O saldo médio é de R$ 2,8 mil por beneficiário, mas o montante varia de acordo com o tempo trabalhado e o salário recebido na época em que o extinto fundo ainda estava vigente.

Segundo o calendário, quem pedir o ressarcimento até o dia 30 de junho, na próxima terça-feira, receberá o pagamento no dia 27 de julho.

Como consultar o dinheiro esquecido?

Para consultar os valores esquecidos, o trabalhador deve acessar o site do Repis cidadão, o sistema do Ministério da Fazenda que permite o ressarcimento das cotas extintas. Cabe lembrar que os valores das cotas que não tiveram saque foram transferidos para a conta única do Tesouro Nacional.

  • Para consultar os valores esquecidos basta acessar o site do Repis cidadão;
  • Clique em “entrar com gov.br”;
  • Faça login com CPF e senha, e clique em autorizar;
  • Informe o Número de Identificação Social (NIS), o mesmo do PIS;
  • Clique em “pesquisar”.

Como pedir o ressarcimento

  • O trabalhador deve protocolar o pedido em uma agência da Caixa, ou pelo aplicativo do FGTS;
  • No app, faça o login e acesse a opção “mais”;
  • Clique em “ressarcimento PIS/Pasep”;
  • Siga as orientações e anexe os documentos exigidos.
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Jornalista formado pela UFMG, Bruno Nogueira é repórter de Política, Economia e Negócios na Itatiaia. Antes, teve passagem pelas editorias de Política e Cidades do Estado de Minas, com contribuições para o caderno de literatura.