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Tarifaço de Trump: Pacheco afirma que Brasil não deve ser subserviente e sugere programa de estado para preservar empresas de MG

Segundo o senador, a saída deve ser pelo caminho do diálogo e da diplomacia.

O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG)

O senador Rodrigo Pacheco sugeriu, nesta quinta-feira (10), um programa de estado para preservar as empresas mineiras do tarifaço de Donald Trump. O presidente americano anunciou, nesta quarta-feira (9) que vai taxar em 50% todos o produtos brasileiros.

“O momento requer de todos nós a defesa firme da economia nacional e, no caso específico de Minas Gerais, dos setores atingidos, a partir do diálogo, da diplomacia e até de um programa de estado que possa preservar os interesses das nossas empresas e dos nossos trabalhadores. Esse é o único caminho”, disse.

Ao contrário de seus adversários políticos em Minas, como o governador Romeu Zema (Novo), o senador Cleitinho (Republicanos) e o deputado federal, Nikolas Ferreira (PL), Pacheco não responsabilizou a política internacional adotada por Lula.

O senador afirmou que o Brasil deve defender a soberania nacional. “Não podemos nos calar e nem aceitar subserviência diante de medidas intimidatórias que colocam em risco a soberania e os empregos dos brasileiros”, concluiu.

Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista de política da Itatiaia e podcaster no “Abrindo o Jogo”. Mestre em ciência política pela UFMG e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México). Na Itatiaia desde 2006, já foi apresentadora e registra no currículo grandes coberturas nacionais, internacionais e exclusivas com autoridades, incluindo vários presidentes da República. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil.

A opinião deste artigo é do articulista e não reflete, necessariamente, a posição da Itatiaia.