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Seis deputados candidatos ao TCE seguem sem maioria

Ganha força a tese da união entre atores em busca de uma convergência, sem a qual é baixa a chance de o presidente Tadeu Leite (MDB) abrir o processo de inscrição

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Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais
Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais • Divulgação/ TCEMG/ Alda Clara

Seis são os deputados estaduais que seguem na disputa pela terceira vaga para conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE): Tito Torres (PSD), Ione Pinheiro (União), Thiago Cotta (PDT), Sargento Rodrigues, Ulysses Gomes (PT) e dr. Wilson Batista (PSD). Oito parlamentares chegaram a concorrer, em meados de 2025, a uma das três vagas. Mas, pelo caminho, já não se inscreveram para a segunda vaga Arnaldo Silva (União Brasil) e Gustavo Valadares (PSD). Ambos demonstraram interesse num primeiro momento.

Para a primeira vaga, a eleição interna convergiu para Alencar da Silveira, candidato único, sem disputa para a vaga, após o amadurecimento do processo. Para a segunda vaga foi eleito em março de 2026, embora ainda não empossado, Tadeu Leite (MDB), presidente da Assembleia. O nome de Tadeu surgiu como possibilidade de unificar as seis candidaturas que seguem postas, evitando a disputa pelo voto em plenário.

Agora resta a última vaga a ser preenchida. Entre os observadores atentos da disputa, a avaliação é de que nenhum deles tem votos, isoladamente, 39 votos para vencer a disputa em primeiro turno. Os blocos de votos estão pulverizados. Até por isso, sem uma composição entre concorrentes, não haverá maioria para vencer a eleição: ganha força a teoria de “união entre atores” para consolidar o favorito do processo. Interlocutores do presidente da Assembleia, Tadeu Leite (MDB) avaliam que ele aguarda alguma convergência para abrir o processo de inscrição e eleição da cadeira que está vaga desde abril de 2025, com a aposentadoria do conselheiro Mauri Torres.