Segundo o estudo Como as pessoas vivenciam as novas tecnologias e a IA generativa, conduzido pela Cisco e pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil é o segundo país do mundo que mais utiliza
Atualmente, grande parte das pessoas utiliza a ajuda dos chamados agentes autônomos para resolver problemas reais, como organizar agendas, analisar planilhas, construir um roteiro e outras tarefas.
Mas se engana quem acha que a IA chegou para roubar a cadeira de quem trabalha no escritório. Elemar Júnior, especialista em tecnologia e CEO da eximia.co, afirma que a ferramenta é um amplificador de capacidades, e não um substituto para o toque humano.
“Há tempos tenho uma secretária para me ajudar a organizar o dia. A inteligência artificial, no entanto, tem tornado a minha vida e a da minha secretária mais simples. Não substitui pessoas. Reduz atrito. E isso muda tudo”, pontua o especialista.
De acordo com o engenheiro e palestrante, estas novas possibilidades fazem parte de uma grande transformação do mercado. “Existe uma grande revolução acontecendo. Nunca os processamentos de dados foram tão acessíveis e confiáveis. E quando falo da confiança, percebo que esse ponto é crucial numa ferramenta como um agente de IA”, destaca Elemar Jr.
O executivo detalha o motivo por trás deste aumento da confiança nos dados: “Antes, um decisor de uma empresa não tinha a total segurança de que os dados apresentados eram bem apurados. Agora, com toda essa tecnologia, é possível garantir que estes dados são críveis e, o melhor: sem viés, como acontece com os seres humanos.”
Por fim, o especialista re-afirma o uso da IA como ferramenta e a tecnologia que entrega o rigor e a intenção que são colocados nela. “A IA ajuda na produtividade quando usada com intenção. Não é sobre automação pela automação. É sobre desenhar o sistema certo. Eu penso. Ela estrutura”, finaliza Elemar Júnior.
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