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A pressão das mães ganhou força em novembro de 2022. Na ocasião, cerca de 10 mulheres se dirigiram ao escritório da senadora Maria Cantwell em busca de uma reunião com ela, que é presidente do Comitê de Comércio do Senado. Elas carregavam fotos de filhos cujas mortes ou dificuldades elas atribuem, em parte, a plataformas como YouTube, Instagram e Snapchat.
As mães compartilharam histórias de jovens que fizeram conexões perigosas (com predadores ou
A tentativa não foi bem-sucedida, mas demonstrou o poder do grupo de mães. Elas agora se concentram no Kids Online Safety Act, um projeto de lei dos senadores Richard Blumenthal e Marsha Blackburn que exige que serviços online tomem medidas razoáveis para prevenir danos a menores. Com isso, as empresas de tecnologia seriam obrigadas a permitir que eles limitem mensagens diretas, coleta de dados de localização e recursos viciantes.
A tramitação foi paralisada no ano passado em razão da oposição da
A estratégia de contar como seus filhos e suas filhas foram prejudicados por mídias sociais tem sido eficaz — apesar de ser um fardo para as mães, que precisam, constantemente, reviver a tragédia. Shelby Knox, diretora da ParentsTogether Action, um dos grupos que está organizando os esforços das mães, conta que, mesmo assim, elas não desistem da causa.