O homem que morreu na manhã desta sexta-feira (15) após ser atropelado pelo carro da própria esposa, no bairro São Luiz, em Contagem, na Grande BH, foi identificado como Marcelo Flávio de Souza, de 52 anos.
De acordo com familiares, a esposa,
Segundo a Polícia Militar (PM), a mulher manobrava o carro — um modelo automático — para tirá-lo da garagem enquanto o marido abria o portão. Nesse momento, o veículo teria acelerado repentinamente e atingido a vítima, que morreu na hora.
O cunhado de Marcelo contou que uma mulher aguardava carona quando presenciou a cena. “O portão explodiu de uma vez e já lançou ele aqui na rua”, disse. Ele acredita que, no instante em que o marido destravou o portão, o carro acelerou e o atingiu.
Daniel lembrou ainda que a irmã havia tirado a carteira de motorista há cerca de 15 dias e que, apesar disso, não tinha dificuldades em conduzir o veículo. Para ele, foi uma “fatalidade” que pode ter sido causada por falha mecânica ou erro no sistema automático.
O cunhado destacou que o casal tinha três filhos. “É muito difícil, ela encontrou a felicidade com o Marcelo”, lamentou.
Amiga da família há mais de 20 anos, Luciana Alonso afirmou que todos são evangélicos e que conheceu o casal na igreja. Ela descreveu a esposa como “uma pessoa incrível” e elogiou a família: “São pessoas muito boas, ótimos”.
A Polícia Civil realizou a perícia no local e o corpo de Marcelo será encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).
Nota da Polícia Civil sobre o caso
Por volta das 17h40 desta sexta-feira (15), a reportagem recebeu a seguinte nota da PCMG sobre o atropelamento:
“Assim que acionada, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deslocou a perícia oficial ao local do acidente ocorrido nesta manhã (15/8), no bairro Industrial São Luiz, em Contagem, para realizar os trabalhos de praxe. Em seguida, o corpo da vítima, de 52 anos, foi encaminhado ao Instituto Médico-legal Dr. André Roquette (IMLAR) para ser submetido a exames.
A PCMG esclarece que a condutora, de 49 anos, foi conduzida, ouvida pela autoridade policial e, em seguida, liberada. A investigação prossegue para completa elucidação do caso.”