Pé roçando a parte de trás de um carro funerário intriga a web; veja o vídeo

Filmagem gerou milhares de compartilhamentos e especulações dos internautas. Entenda o que aconteceu

Era um dia como outro qualquer quando um cidadão na cidade mineira de Viçosa ia para o trabalho e parou no sinal. À sua frente, estava um carro da “Funerária Central” onde um pé roçava o vidro tranquilamente, balançando-se de um lado para o outro. O membro parava, fazia uma pequena pausa e começava de novo. O homem achou que estava tendo uma alucinação e, na dúvida, pegou o celular e filmou a cena.

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Ao chegar ao trabalho, ele reviu as imagens com calma e teve certeza: tinha realmente um pé se mexendo no compartimento destinado ao transporte dos mortos. Veja o vídeo:

Imagens viralizaram rapidamente

Intrigado, o homem que não teve a identidade divulgada, compartilhou o vídeo em grupos de Whatsapp. Pronto! A filmagem foi compartilhada e ganhou outras redes sociais com milhares de visualizações.

Susto e muitas especulações

Diante das imagens incontestáveis, os internautas arriscaram algumas explicações: “É normal o corpo ter espasmos, mesmo que não haja mais batimentos cardíacos”. Ao que outro rebateu: “Mas carro da funerária carrega corpo solto, fora do caixão? Achei que fosse só o Rabecão da PC, não?”. E um terceiro levantou outra possibilidade: “não é porque é um carro funerário que só pode levar gente morta”.

Carona e brincadeira

Mas será que alguém teria coragem de se deitar justamente no compartimento dos mortos? A Itatiaia entrou em contato com a funerária e conversou com o agente funerário, Manoel do Carmo, dono do pezinho inquieto. Ele disse que todos na empresa estão “assustados com a repercussão do caso” e que a versão que circula em alguns sites de notícia de que tudo não teria passado de uma brincadeira não é verdadeira. “Tenho 29 anos, trabalho nessa função desde os 14 e tenho muito respeito por ela e por tudo que a envolve. Jamais faria chacota com um tema delicado desse”. O agente contou que, na verdade, viajou no compartimento traseiro do carro funerário apenas porque o veículo estava cheio e não havia lugar para ele na parte da frente. “Quando o carro parou no sinal, eu apoiei o pé no vidro, apenas isso”. Ah, Bom! Ufa!

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Maria Teresa Leal é jornalista, pós-graduada em Gestão Estratégica da Comunicação pela PUC Minas. Trabalhou nos jornais ‘Hoje em Dia’ e ‘O Tempo’ e foi analista de comunicação na Federação da Agricultura e Pecuária de MG.



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