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O público é uma mistura eclética de moradores ou turistas que buscam fugir do caos das grandes avenidas. No “Dress Code” predominam as estampas de malha de vaca, o clássico preto e branco, chifres de pelúcia e, claro, muita purpurina.
Diferente dos megablocos que arrastam milhões, o Mama preserva uma atmosfera de festa de vizinhança. É comum ver famílias dividindo espaço no asfalto.
Apesar da multidão, o clima foi de tranquilidade. Arthur Augusto, de 18 anos, é desenvolvedor web e participa do Carnaval da capital pelo segundo ano consecutivo, ao lado da namorada.
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Morador da capital, ele diz que escolheu acompanhar o bloco da ‘vaquinha’ por indicação da cunhada e aprovou a experiência.
“Estou curtindo bastante, é um bloco muito organizado e o Carnaval de BH é bom demais, não tem como não gostar”, relata.
João Felipe, conhecido como Johnny, é administrador, tem 26 anos e veio de Santa Cruz do Rio Pardo, no interior de São Paulo, para aproveitar a folia e comemorar o aniversário na capital mineira. Ele esteve em Belo Horizonte em 2024, gostou e decidiu voltar neste ano.
“Eu vim para o show do João Gomes e acabei caindo no bloquinho, improvisei a fantasia de vaca e gostei demais; as marchinhas são ótimas e o Carnaval de BH, assim como a cidade, é incrível, com um povo muito receptivo”, conta.
Expectativa de faturamento
João Vitor Paz, de 22, atua e estuda na área de publicidade, com trabalhos em audiovisual e fotografia, e participa pela primeira vez como ambulante. Ele conta que decidiu trabalhar na folia para complementar a renda e, ao mesmo tempo, aproveitar a festa.
“Hoje estamos aqui no Carnaval para fazer um dinheiro e também curtir, levar alegria para a galera; a gente se organizou, montou uma planilha, escolheu os blocos com antecedência e espera faturar em torno de R$ 5 mil durante o período”, afirma.
Tem mais!
Neste sábado (7), BH tem seu dia mais cheio de Pré-Carnaval. Ao todo,