A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp) vai reforçar a segurança durante o Carnaval de Belo Horizonte com o uso de duas carretas do Centro Integrado de Comando e Controle Móvel. As estruturas tecnológicas vão funcionar como centrais itinerantes de monitoramento, acompanhando em tempo real a dinâmica dos eventos na capital mineira.
O anúncio foi feito pelo secretário de Justiça e Segurança Pública, Rogério Greco, durante coletiva em que foram apresentadas as ações integradas do Estado para o Carnaval 2026.
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“Ela representa a integração de todas as forças. É uma carreta que, embora coordenada pela Sejusp, reúne a atuação de todas as forças policiais: Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal e Polícia Penal. Para nós, isso é muito importante, porque ela também tem um efeito simbólico bastante significativo. Quando a carreta está em determinado local, ela representa o Estado, e as pessoas entendem isso”, afirmou o secretário.
O superintendente de Integração e Planejamento Operacional, Bernardo Naves, detalhou a atuação das carretas em eventos de grande porte, como o Carnaval de Belo Horizonte.
“Os equipamentos já vinham sendo usado ao longo dos anos. Eles foram modernizados para esse ano, né? Mudamos a plotagem para ele ficar até mais fácil de visualização pelo público e também é uma plotagem mais ostensiva para inibir ainda mais a criminalidade como como esse equipamento já inibe”, explicou.
Segundo ele, as carretas contam com tecnologia de ponta. “A carreta tem um mastro de 9 metros, com câmera 360º. Ou seja, é difícil ter um evento que a gente não consiga dar cobertura e enxergar ele inteiro. Essa câmera tem zoom, e ficam servidores dentro da carreta fazendo a observação de tudo o que está acontecendo ali”, disse.
Além do monitoramento, a estrutura também facilita o atendimento ao público durante os eventos. “Pode passar alguma coisa despercebida, o folião ser assaltado, acontecer alguma coisa, e ele também pode procurar a carreta ali mesmo no evento. Ele não precisa se deslocar até uma delegacia ou até um posto de polícia distante. Ali mesmo ele consegue fazer o registro, pedir ajuda e também trazer uma informação de segurança pública que possa ser relevante pra gente”, completou.