Velório de Juliana Marins será aberto ao público em Niterói (RJ)

O corpo foi liberado para a família nesta quarta-feira (2) após passar por nova autópsia

Cerimônia será realizada no Cemitério Parque da Colina, em Niterói (RJ)

O velório de Juliana Marins, brasileira que morreu no final após cair na trilha do vulcão Monte Rinajni, na Indonésia, acontece nesta sexta-feira (4). O corpo foi liberado para a família nesta quarta-feira (2) após passar por nova autópsia no no Instituto Médico Legal (IML), no Centro do Rio de Janeiro.

A cerimônia será realizada no Cemitério Parque da Colina, em Niterói (RJ), cidade natal da jovem. A despedida aberta ao público ocorre das 10h até as 12h. Já o velório restrito para os amigos e familiares de Juliana começa às 12h30 e acaba às 15h.

O corpo de Juliana Marins chegou ao Brasil durante a noite desta terça-feira (1°) no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP). Em seguida, um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) fez o translado até à Base Aérea do Galeão (BAGL), na Ilha do Governador, na Zona Norte carioca, onde pousou por volta das 19h30.

Nova autópsia

O novo exame foi realizado a pedido da família de Juliana Marins, com auxílio da Prefeitura de Niterói, acionou a Denfesoria Pública da União (DPU) que realizou o pedido de nova autópsia para a Justiça Federal. A Advocacia-Geral da União (AGU) confirmou na noite de segunda-feira (30) a realização do exame de forma voluntária.

A necropsia iniciou às 8h30 desta quarta (2) e durou pouco mais de duas horas. O laudo preliminar deve ser entregue em até 7 dias. O objetivo da nova autópsia é esclarecer a causa e o momento exato em que Juliana morreu.

A primeira autópsia foi feita no Hospital Bali Mandara. Segundo o médico legista Ida Bagus Putu Alit, Juliana teria morrido no mesmo dia, minutos após a queda, em razão de um traumatismo grave.

No entanto, imagens de drones captadas por turistas flagraram momentos que Juliana aparece se mexendo na primeira queda. A versão levantou dúvidas à família, já que a certidão de óbito emitida pela Embaixada do Brasil em Jacarta não esclareceu o momento exato da morte.

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Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), Giullia Gurgel é repórter multimídia da Itatiaia. Atualmente escreve para as editorias de cidades, agro e saúde

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