Imagens registradas por câmeras de monitoramento mostram a atuação de membros da gangue especializada em furtos de celular que age em várias regionais de Belo Horizonte.
Os vídeos mostram duas ações diferentes. Em uma delas, o criminoso se aproveita da distração de um homem parado na calçada, vai até ele de motocicleta e rouba o aparelho.
Na outra, o ladrão acompanha uma mulher que anda pela calçada com um celular na mão e, após ficar ao lado dela, puxa o telefone e foge pela rua. Assista:
Vídeo: veja como age gangue que rouba celulares usando motos em movimento
— Itatiaia (@itatiaia) January 7, 2026
📹 Vídeo cedido à Itatiaia pic.twitter.com/t20gWbR9H6
Suspeito é preso
A Polícia Militar (PM) prendeu, nesta quarta-feira (7), na Região de Venda Nova, em Belo Horizonte, um jovem de 19 anos suspeito de integrar uma gangue especializada em furtos de celular que age em várias regionais da capital mineira. O grupo operava utilizando motocicletas, subindo nas calçadas para furtar os aparelhos, tomando-os das mãos das vítimas, principalmente idosos, mulheres e adolescentes.
Os militares já vinham monitorando as motos usadas nos crimes e nesta manhã, duas delas passaram pela porta do 13º Batalhão, no bairro Planalto, Região da Pampulha. A PM iniciou então uma perseguição. Um dos suspeitos conseguiu fugir, mas o jovem de 19 anos, que tinha várias passagens, foi detido.
Segundo a polícia, a moto utilizada pelo suspeito era furtada e estava com a placa clonada. O veículo foi utilizado em pelo menos quatro furtos nos bairros Santa Rosa, na Pampulha, Guarani, na Região Norte, e Palmeiras, na Região Oeste, desde novembro do ano passado.
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Como se prevenir?
O 2º tenente do 13º Batalhão da PM, Lucas Inácio, contou que a investigação começou após uma série de furtos cometidos por autores que utilizavam motocicletas. Foram elencadas as placas e características dos veículos, iniciando o monitoramento das atividades do grupo. O policial explicou o modo de agir dos criminosos.
“Eles aproveitam a pessoa andando com o celular na mão e arrebatam o celular da vítima. Puxam e subtraem. Como a culpa não é da vítima, é a oportunidade que o autor utiliza, uma dica é a pessoa não andar com o celular na mão, não andar falando ao telefone, não trazer para si essa atenção dos criminosos. É ter atenção redobrada e ao notar qualquer atitude suspeita acionar o 190”, orientou.