O suspeito de ter
O suspeito também estaria cumprindo pena em regime semiaberto domiciliar, segundo a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp). A última vez em que o homem esteve em uma penitenciária foi em dezembro de 2025. Ele responde por crimes de estupro, em Contagem, na Grande BH, e furtos em Juatuba.
Vanessa estava sendo procurada por familiares desde segunda-feira (9), quando saiu do trabalho no Sistema Nacional de Emprego (Sine). Ela voltaria para a cidade de Pará de Minas, no Centro-Oeste de Minas Gerais, onde morava.
Durante as buscas da polícia, foi encontrada a calça jeans da vítima, suja de barro. Pouco depois, o corpo de Vanessa foi localizado sob uma árvore. No local, a perícia apreendeu a mochila, o celular e o notebook da vítima.
Durante a ação, foi encontrada uma calça jeans feminina suja de barro. Pouco depois, o corpo da vítima foi localizado sob uma árvore.
Histórico do suspeito
O homem tem registros por suspeita de tentativa de estupro (2023), roubo (2015 e 2019) e tráfico de drogas (2018), de acordo com a Polícia Militar (PM). Até o fechamento do boletim de ocorrência, ele ainda não havia sido localizado.
O último registro de entrada foi na Penitenciária Deputado Expedito de Faria Tavares, em Patrocínio, no Alto Paranaíba, onde permaneceu entre 3 de outubro de 2024 e 20 de dezembro de 2025.
Após esse período, conforme a pasta, obteve progressão de pena e passou a cumprir prisão domiciliar, por decisão judicial. Conforme o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), ele responde por crimes de estupro, que estão em segredo de Justiça, e furtos.
Ao confessar o crime à família nessa segunda (9), o suspeito chegou em casa com arranhões pelo corpo, sujo de barro e com manchas de sangue nas roupas.
Na ocasião, ele afirmou que havia brigado com uma usuária de crack, pediu R$ 200 à mãe e disse que iria morar nas ruas da capital mineira.
Mobilização e indignação
O caso gerou forte comoção nas redes sociais e entre os moradores das duas cidades. A mãe de Vanessa, que acompanhou as buscas desde o início, relatou o desespero por não ver a filha retornar para casa após buscar uma oportunidade de trabalho. O irmão da vítima também pediu ajuda na internet. O Sine Juatuba suspendeu as atividades.