A crescente criminalidade no
Imagens de câmeras de segurança cedidas à Itatiaia pelo Jornal do Belvedere mostram pelo menos dois assaltos em poucos minutos no início da tarde dessa sexta-feira (16), com um semelhante modus operandi dos criminosos. Em um dos casos, o professor de Educação Física e personal trainer, José Benício, estava com um colega de trabalho quando precisou responder uma mensagem em seu iPhone e um motoqueiro extraiu o aparelho e saiu em alta velocidade pela calçada.
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Em conversa com a reportagem, Benício contou que estava terminando o expediente da parte da manhã na academia Body Tech, na Avenida Paulo Camilo Pena, com um colega que parou para atender o telefone. “Nisso, eu abri meu telefone para responder o WhatsApp e, em questão de segundos, um ‘meliante’ desceu pela calçada de moto e pegou o telefone da minha mão. Eu corri atrás dele, mas não consegui alcançá-lo”, explicou.
O educador físico logo pediu acesso às câmeras da academia e repassou as imagens para a Polícia Militar, que não conseguiu encontrar o criminoso. “Na hora a gente tentou fazer o rastreio com os policiais, mas não deu para localizar. Eu consegui ver depois em outro aparelho, que o celular estava no shopping Oiapoque”, contou Benício.
Assaltos em poucos minutos
O assalto ocorreu por volta das 13h14, segundo o registro das Câmeras de Segurança. Cerca de 14 minutos antes, um motoqueiro abordou um morador que entrava na garagem do seu condomínio, apontou uma arma e levou um relógio rolex antes de o portão abrir.
Benício contou ainda o caso de um colega que foi assaltado de maneira semelhante, e outro de uma mulher que esperava no ponto de ônibus e sofreu uma tentativa de roubo também por um criminoso em uma motocicleta. Trabalhando na região há 12 anos, o personal trainer conta que a população está assustada com uma onda de criminalidade incomum.
“Muitas pessoas me mandam pelas redes sociais que já não anda mais com telefone na mão, não atende ligação na rua
A Itatiaia procurou a Polícia Civil que disse atuar para a repressão qualificada de crimes, especialmente relacionados a organizações criminosas, com foco na produção de provas e elucidação de delitos para a redução da criminalidade. A reportagem também procurou a Polícia Militar, o governo de Minas Gerais e a Prefeitura de Belo Horizonte, para um posicionamento, mas até o momento não houve retorno. O espaço segue aberto.