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O caso ganhou repercussão em fevereiro após a mãe mobilizar uma campanha em busca de doações.
“E como Deus é fiel e não faz a obra pela metade, não apareceu somente um doador, não: apareceram 13 doadores compatíveis com o Theo. Viva! É a mão de Deus e a intercessão de Nossa Senhora que permitiram essa bênção tão enorme. Gente, vocês têm noção de que o Theo ganhou na loteria divina?”, publicou nas redes sociais em que compartilha um pouco da rotina do menino.
Ela também ressaltou a dificuldade de encontrar um doador compatível. “As chances de conseguir um doador são de 1 em 100 mil. E isso no Brasil. Nem estamos falando dos bancos internacionais”, comemorou.
Quando um doador cadastrado apresenta compatibilidade com o paciente, o Redome entra em contato para informar a possibilidade de doação e iniciar exames clínicos e avaliações complementares antes da confirmação.
Relembre
Em fevereiro, a reportagem conversou com a mãe, Denia Brant, perita da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). O diagnóstico de leucemia ocorreu em novembro de 2023, quando Theo tinha 8 anos.
Após passar por sessões de quimioterapia, ele concluiu o tratamento em junho de 2024 e entrou na fase de acompanhamento.
No entanto, exames realizados a partir de dezembro indicaram queda nas plaquetas e, em janeiro deste ano, um mielograma confirmou o retorno das células cancerígenas. Ele foi internado e reiniciou o tratamento.
Como se trata de uma recidiva da doença, os médicos indicaram a necessidade de um transplante de medula óssea, o que motivou a campanha da família por doações e cadastros no banco de doadores.
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Como ajudar
Para a doação de medula óssea, pessoas entre 18 e 35 anos que ainda não são cadastradas devem buscar um ponto de cadastro do Redome, geralmente nos próprios hemocentros, onde é feita uma coleta simples de sangue.
Quem já faz parte do cadastro deve manter os dados de contato atualizados pelo aplicativo do Redome, facilitando o retorno em caso de compatibilidade.