Família procura por idosa de 91 anos desaparecida na Região Oeste de BH

Ester saiu de casa no bairro Panema e não foi mais vista; parentes fazem buscas desde terça-feira (17)

Idosa de 91 anos desaparece após sair de casa no bairro Panema, em BH

A família de Ester, de 91 anos, procura pela idosa que desapareceu depois de sair de casa no bairro Ipanema, na Região Oeste de Belo Horizonte, nessa terça-feira (17). Ela morava com uma neta e, segundo os parentes, sempre foi uma pessoa ativa e conhecida na vizinhança.

De acordo com o neto, Bruno Vilefort, de 36 anos, a família percebeu o desaparecimento quando a neta voltou para casa e não encontrou a avó. No local, havia uma carta, o que aumentou a preocupação.

“Quando a minha prima chegou, minha avó não estava mais lá. Ela deixou uma carta dizendo que ia embora, e isso nos deixou muito preocupados”, contou.

Leia também:

Imagens de câmeras de segurança mostram que, por volta das 11h, a idosa saiu pelo portão carregando uma sacola. “Pelo que vimos nas câmeras, ela levava algumas roupas, remédios que costuma tomar e dinheiro em espécie”, explicou Bruno.

Segundo o neto, a idosa ficou alguns minutos sentada no portão e conversou com vizinhos. “Ela é muito comunicativa e todo mundo conhece ela ali. Pediu ajuda para chamar um carro por aplicativo, dizendo que ia para a casa de uma irmã”, relatou.

Leia também

O motorista do aplicativo já foi localizado com apoio da Polícia Militar (PMMG). Ele contou à família que, durante a corrida, a idosa ficou confusa e pediu para descer antes do destino.

“Ele disse que ela ficou desnorteada, pediu para sair do carro e desceu perto da região do Alípio de Melo”, afirmou.

Depois disso, Ester foi vista em um bar no bairro Glória, onde pediu informações. “Disseram que ela estava procurando por dois sobrinhos, mas eles não estavam na cidade”, disse o neto.

Desde então, a família não teve mais notícias. Parentes passaram a noite procurando a idosa pelas ruas da região e também entraram em contato com hospitais e unidades de saúde. “A gente rodou vários bairros, ficou procurando até de madrugada e continuamos hoje. Até agora, nada”, contou.

Um Boletim de Ocorrência (B.O.) foi registrado, e as buscas continuam. “Ela tem 91 anos. A nossa preocupação é com a saúde e a segurança dela. A gente só quer encontrar minha avó bem”, desabafou Bruno.

Formou-se em jornalismo pela PUC Minas e trabalhou como repórter do caderno de Gerais do jornal Estado de Minas. Na Itatiaia, cobre principalmente Cidades, Brasil e Mundo.

Ouvindo...