Começou nesta segunda-feira (12) o julgamento do mineiro Miller Pacheco, de 31 anos, suspeito de
O corpo da mulher apresentava sinais de espancamento e estrangulamento, sendo este último a causa da morte.
Segundo o jornal local The Irish Sun, Miller Pacheco, preso desde que foi acusado do crime, se declarou inocente no Tribunal Penal Central de Cork. O homem afirmou ter agido em “legítima defesa” utilizando um golpe “que viu na TV”.
Familiares de Bruna viajaram do Brasil para acompanhar o julgamento, que continua nesta terça-feira (13). O caso é julgado pela Central Criminal Court, Tribunal Superior que julga casos criminais graves na Irlanda.
O crime
Bruna era bibliotecária formada pelo Centro Universitário de Formiga e estava há quase quatro meses no país para um intercâmbio quando foi morta. O jornal irlandês Independent.ie informou que ela trabalhava como faxineira no Mercy University Hospital.
OThe Irish Sun afirmou que, no dia do crime, Bruna estaria em uma festa de Réveillon, onde beijou unum homem. Pacheco, que não aceitava o fim do relacionamento, também estava no local, observando a jovem.
Após a festa, Bruna e Miller foram para casa, um apartamento no centro da cidade de Cork, onde realizariam uma chamada de vídeo com o cachorro do casal, que havia ficado no Brasil. Chegado ao local, começaram a discutir.
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A polícia irlandesa foi chamada ao local por volta das 6h30 por vizinhos que ouviram gritos vindos de um apartamento. Bruna foi encontrada pelos agentes de segurança em cima da cama e, apesar dos esforços para reanimá-la, morreu antes da chegada dos paramédicos.
Apesar de dizer que havia sido atacado pela mulher, Miller foi preso.
A irmã da vítima, Izabel Cristina Fonseca Rosa, conversou com a Itatiaia na época do crime. Ela afirmou que Bruna não tinha um perfil agressivo.
“Ela era uma pessoa muito reservada, não identificamos nenhum comportamento pelo menos aqui no Brasil que pudesse levar a indícios que ela seria uma pessoa agressiva”, contou, na ocasião.