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Avião que caiu em BH havia sido comprado recentemente e estava em processo de transferência

Informação foi dada pela delegada da Polícia Civil, Andrea Pochmann

Por e 
Divulgação/ Corpo de Bombeiros

O avião monomotor modelo P32R, de prefixo PT-EYT, que caiu nesta segunda-feira (4) no bairro Silveira, região Nordeste de Belo Horizonte, havia sido comprado recentemente pelos proprietários e estava em processo de transferência, informou a delegada da Polícia Civil, Andrea Pochmann.

"Eles acabaram de adquirir a aeronave, inclusive estava em transferência, tanto que, quando a gente verifica na Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), ainda não tem o nome correto dos proprietários", disse a delegada.

Os mortos foram identificados como Fernando Moreira Souto e Wellinton de Oliveira Pereira (piloto da aeronave). Outras três vítimas foram socorridas: Arthur Schaper Berganholi, Leonardo Berganholi Martins (pai de Arthur) e Hemerson Cleiton Almeida Souza. Elas foram levadas ao Hospital João XXIII.

O avião saiu de Teófilo Otoni e parou no Aeroporto da Pampulha. Duas mulheres desembarcaram e um homem embarcou no avião, que iria com destino a São Paulo.

avião decolou do Aeroporto da Pampulha às 12h16, enquanto o acionamento do Corpo de Bombeiros foi às 12h21. Ou seja, ele ficou cerca de cinco minutos no ar.

Um vídeo feito pelo Globocop, da TV Globo, flagrou o exato momento em que o avião perde altitude e bate no prédio. O acidente aconteceu na rua Ilacir Pereira Lima, nº 667.

A NAV Brasil, responsável pela torre de controle, informou, em nota, que o piloto da aeronave emitiu um alerta de emergência (mayday) à Torre de Controle do Aeroporto da Pampulha instantes antes de cair.

O avião caiu em um estacionamento do supermercado Epa. Em nota, o estabelecimento informou que lamenta o ocorrido, mas ainda não tem informações detalhadas.

O Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa) já foi acionado.

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) já foi acionado. A Polícia Civil também participa da investigação.

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Formada pela PUC Minas, Maria Fernanda Ramos é repórter das editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo na Itatiaia. Antes, passou pelo portal R7, da Record.

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Jornalista formado pela UFMG, Bruno Nogueira é repórter de Política, Economia e Negócios na Itatiaia. Antes, teve passagem pelas editorias de Política e Cidades do Estado de Minas, com contribuições para o caderno de literatura.