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Piloto emitiu 'mayday' à torre antes de avião cair em BH

Piloto declarou dificuldades em manter a subida após a decolagem

Por
Bombeiros

O piloto do avião que caiu em Belo Horizonte nesta segunda-feira (4) emitiu um alerta de emergência (mayday) à Torre de Controle do Aeroporto da Pampulha instantes antes de cair no bairro Silveira, região Nordeste da capital.

Segundo a NAV Brasil, que faz o controle da aeronave, o piloto declarou dificuldades em manter a subida após a decolagem.

Equips de emergência aeroportuária foram imediatamente acionados após o alerta. A NAV declarou que o "órgão de controle prestou o serviço de navegação aérea em conformidade com as normas e procedimentos vigentes, aplicáveis a situações de emergência".

"A NAV Brasil reafirma seu compromisso com a segurança operacional, princípio fundamental que norteia a prestação dos serviços de navegação aérea, atuando de forma contínua para garantir a regularidade, a eficiência e a confiabilidade do sistema", dizia o comunicado.

Aeronave ficou cinco minutos no ar

O avião ficou por cinco minutos no ar antes da queda. A administração do Aeroporto da Pampulha informou que a aeronave PT-EYT, modelo P32R, decolou da pista às 12h16. Já o Corpo de Bombeiros informou que o horário de acionamento para ocorrência foi às 12h21.

piloto e o copiloto morreram no local. Outras três vítimas foram encaminhadas ao Hospital João XXIII.

Um vídeo feito pelo Globocop, da TV Globo, flagrou o exato momento em que o avião perde altitude e bate no prédio. O acidente aconteceu na rua Ilacir Pereira Lima, 667.

Quatro viaturas do Corpo de Bombeiros estão no local. Há, ainda, viaturas da PM.

A aeronave era de uma empresa de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri.

O avião caiu em um estacionamento do supermercado Epa. Em nota, o estabelecimento informou que lamenta o ocorrido, mas ainda não tem informações detalhadas.

O Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa) já foi acionado.

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) já foi acionado. A Polícia Civil também participa da investigação.

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Formada pela PUC Minas, Maria Fernanda Ramos é repórter das editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo na Itatiaia. Antes, passou pelo portal R7, da Record.