Avião cai em BH: piloto relatou dificuldade para ganhar altitude antes de queda
Queda deixou dois mortos e três feridos; de acordo com o g1, o piloto relatou dificuldade para ganhar altitude minutos após a decolagem no Aeroporto da Pampulha

A tripulação do Globocop foi informada do acidente aéreo por meio da comunicação entre o piloto do monomotor, que caiu na região Nordeste de Belo Horizonte, nesta segunda-feira (4), e a torre de controle do Aeroporto da Pampulha. Minutos antes, o piloto havia relatado dificuldades para ganhar altitude logo após a decolagem.
A equipe de reportagem flagrou o momento exato da batida. Pelo menos três pessoas ficaram feridas e duas morreram.
A administração do Aeroporto da Pampulha informou que a aeronave, de prefixo PT-EYT, modelo P32R, decolou às 12h16. Já o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais informou que foi acionado às 12h21 para a ocorrência na rua Ilacir Pereira Lima, na altura do número 667, em frente a um supermercado.
“Passou um avião aqui superbaixinho. Eu vi que esse avião estava caindo na Cristiano Machado. Ele voou baixo e caiu ali atrás, perto do McDonald’s que tem na Cristiano Machado. Tem um Colégio Magno por ali e agora tem um helicóptero sobrevoando. Ia filmar o avião, mas não consegui”, relatou a testemunha Márcia Rezende.
Sem autorização para táxi aéreo
O monomotor não possuía autorização para operar como táxi aéreo, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Consulta ao Registro Aeronáutico Brasileiro indica que o status da operação estava como “operação negada para táxi aéreo”.
Apesar disso, o documento mostra que a situação de aeronavegabilidade era considerada “normal”, ou seja, a aeronave estava, em tese, apta a voar dentro das condições permitidas para sua categoria. Ainda conforme o registro, o Certificado de Verificação de Aeronavegabilidade (CVA) tinha validade até 1º de abril de 2027.
O avião, modelo EMB-721C, fabricado em 1979, está registrado em nome de uma empresa de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, em Minas Gerais.
De acordo com o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), a operadora da aeronave é a empresa Inet Telecomunicações LTDA.
Formou-se em jornalismo pela PUC Minas e trabalhou como repórter do caderno de Gerais do jornal Estado de Minas. Na Itatiaia, cobre principalmente Cidades, Brasil e Mundo.
Formada pela PUC Minas, Maria Fernanda Ramos é repórter das editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo na Itatiaia. Antes, passou pelo portal R7, da Record.
Amanda Antunes cursou jornalismo no Unileste (Centro Universitário Católica do Leste de Minas Gerais), com graduação concluída na Faculdade Estácio, em Belo Horizonte. Em 2009, começou a estagiar na Rádio Itatiaia do Vale do Aço, fazendo a cobertura de cidades. Em 2012, chegou à Itatiaia Belo Horizonte. Na rádio de Minas, faz parte do time de cobertura policial - sua grande paixão - e integra a equipe do programa ‘Observatório Feminino’.


