A Polícia Civil do Estado de Rondônia divulgou, nesta segunda-feira (9), que as investigações indicam que João Cândido da Costa Junior, de 24 anos, matou a professora Juliana Santiago, de 41, após ter sido rejeitado por ela.
O delegado-geral da Polícia Civil, Jeremias Mendes, e a diretora do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), delegada Leisaloma Carvalho, afirmaram que, durante depoimento, o investigado demonstrou “frustação pela rejeição e ciúmes à vida pessoal da vítima.”
A vítima, que era
No momento da prisão, João afirmou que manteve um relacionamento amoroso com Juliana por meses, até que ela teria se afastado e retomado a relação com o ex-namorado. Por outro lado, mensagens trocadas pelos dois confirmam que investigado queria se envolver com a vítima, mas ela impôs limites por não considerar adequada uma relação entre aluno e professora, de acordo com a Polícia Civil.
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A investigação também apontou que a morte de Juliana não tem relação com notas ou qualquer situação ligada à faculdade. De acordo com a Polícia Civil, o prazo inicial para concluir o inquérito é de até 10 dias.
Um dia após o crime, a Justiça de Rondônia converteu a
Relembre o caso
A advogada, professora e servidora da Polícia Civil,
A vítima chegou a ser transferida para o Hospital e Pronto-Socorro João Paulo II, porém não resistiu à gravidade dos ferimentos.
João confessou o crime, alegando um suposto envolvimento afetivo com Juliana nos últimos meses. A versão, porém, não foi confirmada pela família, nem pelas autoridades. Ele afirmou ter agido por “impulso de raiva” após notar um afastamento da professora e visualizar publicações dela com um antigo parceiro nas redes sociais.
Segundo a polícia, o ataque foi premeditado, visto que o agressor aguardou um momento em que a vítima estivesse sozinha na sala de aula para abordá-la.
A faca usada por João no crime teria sido dada pela própria professora. Ele afirmou que um dia antes do ataque, Juliana o entregou um doce de amendoim dentro de uma vasilha, acompanhado da faca.