A professora Juliana Santiago,
Antes do início da aula, Juliana enviou um e-mail à turma dando boas-vindas ao início do 5º período e convidou os alunos a participarem de um quiz com perguntas jurídicas com o tema “prisões no Brasil”.
Conforme relato de um aluno ao g1, a professora disse que quem acertasse as perguntas do quiz teria uma “noite mais doce” e distribuiu também um bilhete com um versículo bíblico.
Entre os vencedores do quiz, estava João Cândido da Costa Junior, de 24 anos, suspeito de cometer o crime. Ele ainda teria abraçado a professora ao receber o bilhete.
O crime
Juliana foi encaminhada ao hospital, mas não resistiu. João tentou fugir, mas foi preso.
Relacionamento com professora
João Junior relatou à polícia que cometeu o crime por vingança. Os dois mantiveram um relacionamento por três meses, mas o aluno se revoltou ao saber que a professora havia voltado com o ex-marido.
A versão, porém, não foi confirmada pela família, nem pelas autoridades.
A faca usada por João no crime teria sido dada pela
Aulas suspensas
A direção da instituição manifestou “profundo pesar” pelo falecimento da professora. “Uma perda irreparável que fere seus familiares, amigos e toda a comunidade acadêmica”, dizia o comunicado.
“A violência que silenciou sua voz não apagará seu legado. Sua trajetória e compromisso com a formação jurídica permanecerão como referência de excelência acadêmica, ética e dignidade. Nos solidarizamos com todos os que sofrem esta dor imensurável e reafirmamos que a educação jamais será vencida pela violência”, afirmava a nota.
A faculdade suspendeu as atividades por três dias devido ao óbito da professora.