Dentre os alvos da
Uma das figuras centrais da investigação, Moura é empresário no setor de limpeza urbana e foi preso na primeira fase da operação, em dezembro de 2024, mas conseguiu um habeas corpus para aguardar a conclusão das apurações em liberdade. A Polícia Federal afirma que ele tem uma rede de contatos e influência política que usaria para facilitar o andamento de contratos superfaturados.
Outro alvo da operação foi o
Nesta quinta-feira, a PF fez buscas em 16 endereços nas cidades de Belo Horizonte, Salvador, São Paulo e Aracaju. A corporação estima que o esquema de fraudes em contratos e superfaturamento de obras teria movimentado cerca de R$ 1,4 bilhão. Contratos suspeitos envolvem prefeituras na Bahia, Tocantins, Amapá, Rio de Janeiro e Goiás.
A PF investiga crimes de corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos, lavagem de dinheiro e obstrução de justiça.