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Segundo a FBA Segurança, em entrevista ao jornal Correio, a procura por seguranças particulares cresceu cerca de 40% em comparação com 2025. O serviço mais comum é o acompanhamento pontual, no qual o profissional conduz o folião do camarote até a saída do circuito ou faz o trajeto inverso, especialmente nos horários de maior concentração de público.
Também tem aumentado a demanda por pacotes completos, que incluem recepção no aeroporto, traslado até o hotel e acompanhamento até os camarotes.
Além da escolta a pé, há opções mais sofisticadas, como o aluguel de carros blindados, com valores que podem chegar a R$ 3 mil por dia, e o acompanhamento contínuo atrás do trio elétrico.
Nessa modalidade, o segurança permanece ao lado do cliente durante todo o percurso do desfile, por períodos que variam de 12 a 24 horas, conforme o contrato. O serviço costuma ser procurado por estrangeiros, empresários e grupos que desejam circular pelo circuito com mais mobilidade.
Quanto custa curtir o Carnaval de Salvador?
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Quem planeja passar o Carnaval na capital baiana precisa considerar um orçamento elevado, especialmente nos dias de maior procura. Veja os valores médios praticados neste período:
- Passagem aérea (ida e volta): entre R$ 1.200 e R$ 2.500, a partir de grandes capitais, dependendo da antecedência da compra.
- Hospedagem: diárias em hotéis próximos aos circuitos variam de R$ 600 a R$ 1.500; imóveis por temporada podem superar R$ 2 mil por noite.
- Camarotes: ingressos custam, em média, de R$ 1.000 a R$ 3.500 por dia, conforme a estrutura, atrações e serviços incluídos.
- Segurança privada: escolta básica a partir de R$ 400 a R$ 500 por dia; pacotes com carro blindado chegam a R$ 3 mil diários.
Da para curtir sem escolta?
A escolta não é sinônimo de segurança básica, mas de comodidade extra. Ela reduz deslocamentos longos a pé e dá sensação de controle, mas não define a experiência da festa.
Dá totalmente para curtir o Carnaval de Salvador sem escolta, e a imensa maioria das pessoas faz exatamente isso todos os anos. A escolta privada é um serviço de nicho, voltado a um perfil muito específico de turista.
Para quem a escolta costuma fazer sentido
- Turistas que não conhecem a cidade e querem deslocamento porta a porta
- Pessoas que circulam fora dos horários de pico
- Visitantes estrangeiros, empresários ou grupos que buscam mais conforto e privacidade
- Quem vai circular muito entre hotel, camarote e diferentes pontos do circuito
Como curtir sem escolta e com segurança
- Ficar próximo ao circuito (Barra–Ondina ou Campo Grande)
- Usar transporte oficial, apps ou ir a pé quando possível
- Evitar ostentar celular, joias ou grandes quantias em dinheiro
- Combinar pontos de encontro com amigos
- Preferir blocos e camarotes organizados
- Manter documentos e dinheiro em doleira ou pochete interna