México: veja quanto custa viajar para o país em 2026

Conversão em reais considera o dólar comercial para ajudar o turista a planejar gastos após a adoção do e-Visa para entrada no México.

Foto aérea de Cancún

Com o novo visto eletrônico (e-Visa) para brasileiros em vigor, o México fica ainda mais acessível e prático para quem sonha com praias caribenhas, cidades históricas e cultura, para férias ou para aproveitar a Copa do Mundo de 2026.

Mas afinal: quanto custa, de verdade, viajar para o país?

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Passagens aéreas

As passagens aéreas costumam representar o maior custo de uma viagem ao México saindo do Brasil. Por exemplo, voos de ida e volta de São Paulo (GRU) para Cidade do México podem ser encontrados em torno de R$ 2.400 a R$ 2.850 em promoções, com saída e retorno entre fevereiro e abril. Os preços variam bastante conforme a época do ano e a antecedência da compra podendo ultrapassar R$ 3.000.

Saindo de Belo Horizonte ou do Rio de Janeiro, os valores tendem a ser semelhantes ou um pouco superiores, dependendo da necessidade de conexões, já que há menos voos diretos partindo dessas cidades.

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Hospedagem

No México, é possível encontrar hospedagem para diferentes perfis de viajantes:

    Cotação usada: ~R$ 5,25 por 1 USD (valor médio comercial hoje)

    Hotéis econômicos

    • Preço médio: US$ 40 por noite - cerca de R$ 210
    • Opção ideal para quem quer economizar e focar em experiências e passeios.

    Hotéis com melhor avaliação

    • Preço médio: US$ 106 por noite - cerca de R$ 556
    • Em alta temporada os preços podem chegar a US$ 198 - cerca de R$ 1.040
    • Boa combinação de conforto, localização e custo-benefício.

    Hotéis de luxo

    • Preço médio dos melhores hotéis de luxo: US$ 226 por noite → cerca de R$ 1.190
    • Na alta temporada, alguns podem alcançar cerca de US$ 422 por noite → aproximadamente R$ 2.215
    • Para quem busca experiências premium e alto padrão de serviço.

    Alguns guias de viagem estimam que uma viagem de 7 dias ao México para um perfil econômico pode ficar entre R$ 7.000 e R$ 9.000 por pessoa, incluindo passagens, hospedagem, alimentação e passeios básicos. Já um perfil mais confortável pode gastar entre R$ 12.000 e R$ 16.000 no mesmo período.

    Quanto levar por dia?

    México

    O México é considerado um destino relativamente acessível em termos de despesas do dia a dia:

    • Perfil econômico: cerca de US$ 50 por dia (algo como R$ 260) incluindo hospedagem, alimentação simples e transporte local.
    • Médio: cerca de US$ 135 por dia (aproximadamente R$ 700) para quem busca mais conforto ou passeios pagos.
    • Luxo: acima de US$ 400 por dia se optar por hotéis premium e experiências mais sofisticadas.

    Nessas estimativas não entram ingressos de atrações mais caras (como parques temáticos ou tours especiais), mas incluem refeições em restaurantes locais, transporte público e atividades básicas.

    Melhor época para viajar para o México

    De novembro a abril é o período mais indicado para a maioria dos viajantes:

    • Clima mais seco e ameno
    • Menor risco de chuvas
    • Ideal para praias, passeios urbanos e sítios arqueológicos
    • Coincide com alta temporada (preços mais altos e destinos mais cheios)

    Especialmente em Cancún, Riviera Maya e na Cidade do México.

    Baixa temporada: maio a outubro

    Aqui entram os meses mais baratos — com alguns cuidados:

    • Chuvas mais frequentes, principalmente entre junho e setembro
    • Possibilidade de furacões no Caribe entre agosto e outubro
    • Hotéis e passagens costumam ficar bem mais baratos

    Vantagem para quem quer economizar e não se importa com pancadas de chuva rápidas, comuns no fim do dia.

    Meses especiais para eventos e cultura

    Alguns períodos valem a viagem pelo calendário cultural:

    • Março e abril: primavera, clima agradável e cidades animadas
    • Outubro e início de novembro: Dia dos Mortos, uma das festas mais emblemáticas do país
    • Dezembro: clima seco e festividades de fim de ano, mas com preços elevados

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    Jornalista graduada na PUC Minas. Trabalhou como repórter do caderno Gerais do jornal Estado de Minas. Na Itatiaia, produziu inicialmente conteúdos para as editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo. Atualmente, colabora com as editorias Turismo e Emprego & Concursos.

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