Conexão aérea: vale a pena usar o México como escala para outros destinos?

Com o e-Visa valendo também para passageiros em trânsito, o México passa a ser uma opção estratégica de conexão para brasileiros que seguem viagem para os Estados Unidos, Canadá, Caribe e Ásia

Toluca a los pies del nevado

Com a volta do visto eletrônico (e-Visa) para brasileiros, o México não facilita apenas viagens de turismo ao país, mas também conexões internacionais. A autorização vale inclusive para passageiros em trânsito, o que amplia as possibilidades de usar o país como escala — e até aproveitar algumas horas ou dias entre um voo e outro.

México: veja quanto custa viajar para o país em 2026

Principais aeroportos para conexão

O México tem uma malha aérea robusta e bem conectada com a América do Norte, Caribe, América Central e Ásia. Os aeroportos mais usados por brasileiros em conexões são:

  • Cidade do México (AICM): principal hub do país, com voos frequentes para EUA, Canadá, Europa e Ásia
  • Cancún: forte conexão com Caribe, Estados Unidos e América Central
  • Guadalajara e Monterrey: opções secundárias, usadas sobretudo em rotas regionais

Esses aeroportos concentram operações de grandes companhias aéreas e costumam oferecer tarifas competitivas em voos de longa distância.

México: veja quanto custa viajar para o país em 2026

Stopover: dá para sair do aeroporto?

Diferentemente de alguns países, o México não possui um programa nacional oficial de stopover gratuito, como acontece em destinos europeus. Ainda assim, o viajante pode:

  • Comprar passagens com escala longa intencional
  • Sair do aeroporto e circular pela cidade, desde que tenha o e-Visa aprovado
  • Ficar uma ou mais noites, arcando apenas com hospedagem e transporte

Na prática, muitas tarifas permitem escalas de 24 a 72 horas sem grande aumento no valor da passagem, principalmente em voos operados por companhias latino-americanas e norte-americanas.

Quanto tempo dá para aproveitar?

Mesmo com pouco tempo, é possível incluir o México no roteiro:

  • Escala de até 12 horas: passeios rápidos, como centro histórico, museus próximos ou praias urbanas
  • 24 horas: city tour completo, gastronomia local e atrações principais
  • 48 a 72 horas: experiência mais aprofundada, com bairros turísticos, mercados e pontos culturais

Na Cidade do México, por exemplo, o aeroporto fica relativamente próximo do centro, o que facilita passeios curtos entre voos.

Leia também

Jornalista graduada na PUC Minas. Trabalhou como repórter do caderno Gerais do jornal Estado de Minas. Na Itatiaia, produziu inicialmente conteúdos para as editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo. Atualmente, colabora com as editorias Turismo e Emprego & Concursos.

Ouvindo...