Com o passar dos anos, o
Segundo a Harvard Health Publishing, a leucina, que é um aminoácido, tem papel importante para frear essa perda. Ela atua como um ‘interruptor’ que ativa a produção de proteínas nos músculos após as refeições, ajudando na construção e manutenção muscular, especialmente quando combinada com exercícios de força.
De acordo com Clínica Mayo, dos EUA, a sarcopenia tende a piorar com sedentarismo e dietas pobres em proteínas. Além de deixar os músculos mais fracos, aumenta o risco de quedas, lesões e doenças como diabetes e osteoporose.
A leucina está presente em alimentos como frango, ovos, leite, carnes vermelhas, peixes, soja, grão-de-bico e quinoa. Especialistas como os da Clínica Cleveland, também americana, orientam que cada refeição principal tenha de dois a cinco gramas de leucina e cerca de 25 a 30 gramas de proteína de boa qualidade, distribuídas ao longo do dia.
Em alguns casos, suplementos de leucina podem ser indicados, mas esse aminoácido, por si só, não é um suplemento milagroso. Seu efeito depende de uma dieta equilibrada e de exercícios regulares, principalmente o treino de força. Antes de iniciar qualquer suplementação, é essencial conversar com um médico ou nutricionista.