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O dia mais frio do ano está chegando: país da América Latina 'vai congelar' no final de junho

Fenômeno será acompanhado por um alerta para ventos intensos, que podem alcançar até 100 km/h em algumas regiões

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Navarro, na Argentina
Navarro, na Argentina • Reprodução / Redes Sociais

Uma forte onda de frio deve atingir a Argentina na última semana de junho e pode levar o país a registrar o que meteorologistas já apontam como o “dia mais frio do ano”. O fenômeno será acompanhado por um alerta para ventos intensos, que podem alcançar até 100 km/h em algumas regiões.

De acordo com previsões meteorológicas divulgadas pela imprensa local, uma massa de ar polar avançará sobre o território argentino impulsionada por sistemas de baixa pressão e uma frente fria de grande intensidade. O cenário deve provocar uma queda acentuada nas temperaturas em diversas províncias, especialmente no centro e sul do país.

O resfriamento mais severo é esperado justamente no pico da incursão da massa de ar frio, quando as mínimas podem atingir níveis considerados excepcionais para o período. Em algumas áreas, não está descartada sensação térmica ainda mais baixa devido à combinação entre frio intenso e ventos fortes.

Além do impacto nas temperaturas, os ventos previstos para a passagem do sistema meteorológico também preocupam. Rajadas que podem chegar a 100 km/h têm potencial para causar transtornos, como queda de árvores, danos à rede elétrica, dificuldade no tráfego urbano e rodoviário, além de risco para estruturas mais frágeis.

As autoridades meteorológicas recomendam atenção redobrada à população, especialmente em regiões abertas e áreas de maior exposição ao vento. Também há alerta para mudanças rápidas nas condições do tempo ao longo do dia, com variações bruscas de temperatura.

O sistema de ar polar pode ainda influenciar o clima em países vizinhos, incluindo Uruguai e o sul do Brasil, onde são esperadas quedas de temperatura e aumento da instabilidade atmosférica nos próximos dias.

A expectativa é de que a última semana de junho seja marcada por um padrão típico de inverno rigoroso no Cone Sul, com possibilidade de novos recordes de frio dependendo da intensidade final da massa de ar polar.

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