Mulher da Pensilvânia encontra diamante branco de 3 quilates em parque estadual no Arkansas
Keshia Smith achou o item valioso dias após perder pai e filho

Uma mulher natural da Pensilvânia, nos Estados Unidos, encontrou um diamante branco de 3,09 quilates em um parque estadual no Arkansas, cidade localizada na região centro-sul do país.
Keshia Smith encontrou o diamante durante uma visita ao Parque Estadual Crater of Diamonds em Murfreesboro, no Condado de Pike, Arkansas. A informação foi divulgada pelo Departamento de Parques Estaduais em uma publicação no Facebook, nessa segunda-feira (12).
A publicação dizia que a visita "trouxe um momento inesperado de alegria" para Smith, que está "se recuperando da perda do filho e do pai". A descoberta "estava destinada a acontecer", acrescentou a publicação.
Smith batizou a joia de "Diamante da Liberdade Za'Novia" em homenagem aos seus netos e à importância do 250º aniversário da independência dos Estados Unidos, segundo a publicação. As fotos mostram que o diamante é plano, liso e incolor.
"Momentos como este nos lembram por que o Parque Estadual Crater of Diamonds é um lugar tão especial", dizia a publicação no Facebook.

O Parque Estadual Crater of Diamonds é o único lugar no mundo onde as pessoas podem procurar diamantes naturais em sua fonte vulcânica original. De acordo com o site do parque , os visitantes podem vasculhar um campo arado de 15 hectares em busca de rochas, minerais e pedras preciosas, e tudo o que encontrarem poderá levar para casa.
"Até 13 de janeiro de 2026, mais de 37.377 diamantes foram encontrados por visitantes do parque desde que a Cratera de Diamantes se tornou um parque estadual do Arkansas em 1972", afirma o site do parque.
O maior diamante já descoberto nos Estados Unidos, um diamante chamado "Tio Sam" de 40,23 quilates , foi encontrado no parque em 1924.
Mariana Taveira é estagiária do portal Itatiaia. Graduanda em Jornalismo pela UFMG, atua na cobertura de Minas Gerais, Brasil, Mundo e Entretenimento. Foi estagiária de produção na Record Minas e é entusiasta de narrativas que nascem do cotidiano e das paixões coletivas.



