De que lado da cama você dorme? Saiba o que isso diz sobre a sua personalidade
Um estudo afirma que o lugar que escolhemos para descansar na cama pode revelar mais sobre nós do que imaginamos

Escolher o lado da cama em que dormimos pode parecer acidental, uma mera coincidência. No entanto, de acordo com a ciência, nosso lado preferido pode revelar muito mais sobre nós do que imaginamos.
Um estudo, conduzido pela Slumber Cloud, um serviço criado para melhorar a qualidade do sono, analisou as preferências de sono de mais de 2.000 americanos e revelou que o lado preferido da cama pode estar ligado a certos traços de personalidade, como criatividade e capacidade analítica.
O que o lado em que escolhemos dormir pode dizer sobre a nossa personalidade?
Analisando as preferências dos participantes, descobriu-se que aqueles que optavam por dormir do lado esquerdo da cama também apresentavam maior dominância do hemisfério esquerdo do cérebro, o que implica maior imaginação e criatividade.
Os resultados também mostraram que aqueles que dormiam do lado esquerdo preferiam música clássica ou mais antiga à música contemporânea, assim como filmes de drama e cerveja.
Já aqueles que dormiam do lado direito apresentavam maior habilidade no hemisfério direito do cérebro, indicando uma personalidade mais analítica e lógica. Esses indivíduos também tendiam a apreciar mais música rock, filmes de ação e vinho.
Outros fatores que influenciam a escolha de onde dormimos
Os pesquisadores também demonstraram que fatores além da personalidade influenciam a escolha do lado da cama onde dormimos. De acordo com o estudo, 40% das pessoas escolheram o lado da cama que lhes permitia entrar e sair com mais facilidade, enquanto outros 31% basearam sua decisão nas preferências do parceiro. Os 25% restantes escolheram esse lado por oferecer uma melhor visão da televisão.
Ou seja, embora a escolha do lado da cama possa estar relacionada a alguns hábitos e preferências, ela não deve ser vista como uma forma definitiva de identificar a personalidade de alguém. Ainda assim, os resultados mostram como pequenos hábitos do cotidiano podem estar associados a diferentes características e comportamentos.
Jornalista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atuou na Rádio UFMG Educativa e em empresas de marketing, com experiência em produção de conteúdo, SEO e redação Atualmente, escreve, em colaboração com a Itatiaia, nas editorias de entretenimento e variedades.



