Belo Horizonte
Itatiaia

Charlie Sheen faz revelações fortes em documentário da Netflix

Ator fala sobre problemas na infância, vícios, sexo e até extorsões ligadas ao diagnóstico de HIV

Por
charlie sheen
O ator americano Charlie Sheen • Netflix/Divulgação

O ator americano Charlie Sheen, astro de Two and a Half Men ('Dois Homens e Meio', em português), completou 60 anos e decidiu contar sua vida em um documentário, dividido em duas partes, lançado no dia 10 de setembro na Netflix. A produção, chamada 'aka Charlie Sheen' ('Conhecido Como Charlie Sheen', em tradução livre), reúne depoimentos de pessoas próximas, como a ex-esposa Denise Richards, além de colegas como Sean Penn, Chris Tucker e Jon Cryer.

Embora parte de sua trajetória já tenha virado notícia há muitos anos, o filme traz confissões surpreendentes. O ator relembra desde episódios da infância até situações marcadas por drogas, sexo e escândalos.

Sheen também descreveu práticas extremas durante filmagens, como usar gelo de forma inusitada para se manter acordado, e recordou uma hemorragia nasal que durou 18 horas devido ao consumo de cocaína. "Eu me limpava o tempo todo, mas consegui que o diretor eliminasse aquelas cenas para sempre", disse.

O ator ainda falou sobre sua primeira vez com "uma ruiva linda chamada Cand"”, quando estava no colégio, e admitiu que também teve experiências sexuais com homens: "É incrivelmente libertador e está tudo bem".

Sobre o diagnóstico de HIV, revelou que enfrentou chantagens milionárias: "A culpa de contrair o vírus é somente minha, ninguém contraiu por mim. Ponto. Fim. Caso encerrado". Ele contou que chegou a pagar até 4,1 milhões de dólares para evitar que sua condição fosse exposta.

Apesar dos excessos, Sheen afirmou que está sóbrio desde 2017, vive sem álcool, drogas e mantém o celibato.

Por

Jornalista graduado com ênfase em multimídia pelo Centro Universitário Una. Com mais de 10 anos de experiência em jornalismo digital, é repórter do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Antes, foi responsável pelo site da Revista Encontro, e redator nas agências de comunicação Duo, FBK, Gira e Viver.