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“Eu tenho que provar que passei no médico, que eu não estava embriagado. A matéria que saiu é mentirosa; a polícia faz o que quer na hora em que aborda a pessoa, principalmente sozinha. Atropelamento houve, mas eu não vi o atropelamento. Eu passei ali, tinha muita gente, o local é escuro e tinha várias pessoas. Eu passei, fui embora para minha casa; não fugi de lugar nenhum, fui embora para minha casa. Se eu fugisse, eu não iria para minha casa”, afirmou o vereador a jornalistas.
Marquinho da Cooperativa afirmou também que o pedido de cassação é uma questão política. Segundo ele, o advogado do rapaz atropelado prestava serviços à Câmara e foi exonerado do cargo pelo próprio vereador.
Por outro lado, Juliano Comunian, que representa a vítima Luiz Felipe Lisboa, protocolou o pedido de cassação e afirmou, também na manhã desta segunda-feira, que o vereador possui outros processos semelhantes.
“Nós estamos trazendo também os antecedentes dele como fatos semelhantes, e no mínimo mais outros três: o da jornalista Andrea Marques, em que ele foi condenado civilmente a indenizá-la por atos abusivos; um acordo recente na justiça criminal por uma ameaça a uma senhora de 67 anos; e também um inquérito policial tramitando na comarca de Poço Fundo, no qual ele é acusado de receptação qualificada e também por lavagem de dinheiro”, declarou o advogado Juliano Comunian.
A Câmara Municipal de Varginha informou que recebeu oficialmente o pedido de cassação e adota a tramitação normal para casos deste tipo.