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Após o caso, especialistas destacaram a presença de um
A marca pode indicar maior risco de doenças cardiovasculares e servir como alerta para a realização de exames e investigação precoce.
Mas, ao identificar o vinco na orelha, quais exames devem ser feitos?
Segundo a cardiologista Gabriela Franciulli D’Elia, à Itatiaia, o sinal não deve ser analisado de forma isolada, mas dentro do contexto clínico de cada paciente.
“A recomendação é iniciar uma investigação cardiovascular básica, principalmente em adultos e em pessoas com fatores de risco”, explica Gabriela.
Os primeiros exames incluem eletrocardiograma, para avaliar o ritmo cardíaco e possíveis alterações, além de exames de sangue para medir colesterol total e frações, glicemia e outros marcadores metabólicos. A aferição regular da pressão arterial também é fundamental.
A especialista explique que, dependendo da idade, da presença de sintomas e do histórico familiar, o médico pode solicitar exames complementares, como teste ergométrico, ecocardiograma ou exames de imagem para avaliar as artérias coronárias.
O objetivo é identificar precocemente alterações silenciosas. Estudos observacionais associam o Sinal de Frank a um maior risco de doença arterial coronariana, mas especialistas reforçam que apenas a avaliação médica pode confirmar a necessidade de investigação mais aprofundada.