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Dia Nacional do Teste do Pezinho reforça a importância do exame em recém-nascidos

O Teste do Pezinho é obrigatório e é um direito assegurado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)

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Dia Nacional do Teste do Pezinho reforça a importância do exame em recém-nascidos • Divulgação Rodrigo Nunes/MS

Em 6 de junho é comemorado o Dia Nacional do Teste do Pezinho, nome com o qual a triagem neonatal biológica ficou conhecida. Conforme o Ministério da Saúde, a partir desse exame é possível detectar uma série de doenças genéticas e metabólicas que podem comprometer o desenvolvimento e a qualidade de vida dos recém-nascidos. O Teste do Pezinho é obrigatório e é um direito assegurado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Como funciona o Teste do Pezinho?

De acordo com o Ministério da Saúde, o exame começa com a coleta do sangue do calcanhar do bebê em papel-filtro, etapa que dá nome ao teste. “É importante entender que a coleta é só o começo dessa triagem. Os exames realizados após a coleta são capazes de suspeitar qual recém-nascido pode ter uma das doenças triadas e a partir de então iniciar o tratamento o mais rápido possível”, informa a pasta. 

A coleta para o exame deve ocorrer, preferencialmente, a partir de 48 horas do parto até o quinto dia de vida do bebê. O teste pode ser feito gratuitamente pela rede pública de saúde. Na maioria dos estados, a coleta ocorre nas unidades da Atenção Primária em Saúde, mas em alguns estados também é realizada em maternidades, casas de parto, comunidades indígenas e quilombolas, entre outros locais.

O Teste do Pezinho tem como objetivo a prevenção de “alterações no desenvolvimento físico e mental do recém-nascido para evitar deficiência mental, além de outros agravos à saúde do bebê e óbito precoce”, segundo o Ministério da Saúde. Caso o resultado aponte para a presença de alguma das doenças detectáveis, a família é acionada pelo Serviço de Referência em Triagem Neonatal para a realização de novos exames.

Quais doenças estão na triagem do Teste do Pezinho?

  • Fenilcetonúria;
  • Hipotireoidismo Congênito;
  • Fibrose Cística;
  • Anemia Falciforme e demais Hemoglobinopatias;
  • Hiperplasia Adrenal Congênita;
  • Deficiência de Biotinidase;
  • Toxoplasmose Congênita.
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Jornalista pela PUC Minas. Na Itatiaia, escreve para Minas Gerais e Brasil. Anteriormente, trabalhou no jornal Estado de Minas como repórter de Gerais, com contribuições para os cadernos de Política, Economia e Diversidade.