O crescimento acontece principalmente por dois fatores: economia e mobilidade. Em trajetos urbanos de até dez quilômetros, a bicicleta elétrica pode ser mais rápida que o carro, especialmente em cidades com trânsito intenso.
Além disso, o custo mensal é muito menor. Sem combustível, estacionamento ou impostos como IPVA, a bike elétrica se torna uma alternativa interessante para quem busca reduzir gastos com transporte.
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Economia real no dia a dia
Comparada ao carro ou à motocicleta, a bicicleta elétrica possui custos muito menores de uso e manutenção.
Uma recarga completa de bateria consome pouca energia elétrica e geralmente custa apenas alguns centavos. Com uma carga é possível rodar entre trinta e cinquenta quilômetros na maioria dos modelos urbanos.
Além disso, a manutenção básica envolve itens simples como pneus, corrente e freios. Isso torna o custo anual muito mais baixo quando comparado a veículos motorizados.
Para quem usa transporte diariamente, a economia pode ser significativa ao longo do ano.
Mobilidade urbana e trânsito
Em cidades grandes, a bicicleta elétrica pode ser uma solução prática para fugir do trânsito. O pedal assistido permite manter uma velocidade constante sem exigir esforço excessivo.
Esse fator é ainda mais importante em cidades com muitas subidas, como
Com mais ciclovias surgindo nas cidades brasileiras, o uso da bicicleta elétrica tende a crescer ainda mais nos próximos anos.
Quando a bike elétrica compensa mais
A bicicleta elétrica costuma ser mais vantajosa para quem realiza deslocamentos curtos ou médios dentro da cidade.
Trajetos de até oito ou dez quilômetros são ideais para esse tipo de transporte. Nesses casos, a bike pode substituir carro, moto ou até parte do transporte público.
Além da economia, o ciclista ainda ganha tempo e mantém uma rotina mais ativa. Mesmo com assistência do motor, o corpo continua em movimento e o deslocamento se torna uma atividade saudável.
Com a expansão da