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Tereza Cristina diz que vai manter candidatura à presidência do Senado, mas defende diálogo com Marinho

Em entrevista à CNN Brasil, ex-ministra do governo de Jair Bolsonaro (PL), a senadora destacou que sua candidatura foi colocada há mais tempo que a de Marinho

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Rogério Marinho (PL-RN) e Tereza Cristina (PP-MS)
Rogério Marinho (PL-RN) e Tereza Cristina (PP-MS) • Saulo Cruz/Agência Senado

A senadora Tereza Cristina (PP-MS) afirmou, nesta quarta-feira (4), que vai manter sua candidatura à presidência do Senado na próxima legislatura, mas que continua em diálogo com o senador Rogério Marinho (PL-RN), candidato da família Bolsonaro para o comando da Casa Alta do Congresso Nacional.

Ex-ministra do governo de Jair Bolsonaro (PL), a senadora destacou que sua candidatura foi colocada há mais tempo que a de Marinho, quando ela ainda era cotada para ser candidata a vice na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na disputa pela Presidência da República.

“Eu conversava com o Rogério Marinho sobre ser vice do Flávio Bolsonaro, e já dizia que meu projeto era o senado. Eu sempre disse que meu projeto prioritário era ser a primeira mulher a ocupar a cadeira da presidência depois de 203 anos do Senado Federal, não é uma novidade para ninguém”, disse, em entrevista à CNN Brasil.

 

Criticada por parte da direita por não se unir a Rogério Marinho, a parlamentar também destacou que mantém uma relação de amizade com o senador e destacou que são aliados do mesmo campo.

“Eu e Rogério somos do mesmo campo de atuação, somos da direita, uns mais para o centro e outros mais para a direita aguerrida, essa que me bate todos os dias. Mas somos aliados, temos uma conversa. Todo senador tem o direito a pleitear a cadeira de presidente do Senado, mas temos que ter estratégia e viabilidade”, destacou.

A senadora ainda reafirmou manter a candidatura, pelo menos, até janeiro, e que vai dialogar com os demais colegas sobre o projeto para o Senado antes da eleição para a Mesa Diretora, em fevereiro. “Tem muita conversa para andar por esses dois meses que temos pela frente. Quem tiver melhor vai sair candidato pela direita”, completou.

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Jornalista formado pela UFMG, Bruno Nogueira é repórter de Política, Economia e Negócios na Itatiaia. Antes, teve passagem pelas editorias de Política e Cidades do Estado de Minas, com contribuições para o caderno de literatura.

 

 

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