Senado debate racismo no futebol
Nesta segunda-feira (26), a Comissão de Direitos Humanos vai se reunir às 10h, em uma audiência interativa com a participação de várias entidades, órgãos públicos e atletas, como o ex goleiro Aranha

A Comissão de Direitos Humanos do Senado vai discutir, nesta segunda-feira (26), os casos de racismo no futebol. As ocorrências são registradas dentro e fora do Brasil. A legislação brasileira é considerada boa em relação a outros países, mas não tem sido suficiente para coibir as agressões. Por esse motivo, o objetivo do Senado é saber os caminhos eficazes de combate ao racismo.
"O brasil tem uma legislação evoluída no combate ao racismo, principalmente no âmbito de desportivo. As competições e tem buscado combater esse mal, só que a audiência pública vai buscar mais efetividade tanto no âmbito legislativo como na aplicabilidade das leis", afirmou Joâo Rafael Soares, que é assessor parlamentar no Senado.
Participam da audiência representantes de entidades e segmentos importantes, além de figuras que são referência no debate do tema, como o senador Paulo Paim (PT), o ex-goleiro Aranha e o ex-árbitro Márcio Chagas.
É a primeira vez que representantes do Ministério dos Esportes, Ministério da Igualdade Racial, Conselho Nacional do Ministério Público, Conselho Nacional de Justiça, CBF, Superior Tribunal de Justiça Desportiva, Associação Nacional das Torcidas Organizadas e o Observatorio da Discrimação no Futebol.
A discussão passa pelo aprimoramento e pela aplicabilidade da lei.
Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast "Abrindo o Jogo", que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.
