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Reforma tributária: 'Melhor ser gradual do que não fazer', diz Alckmin

Presidente em exercício afirmou, nesta terça-feira (25), que reforma vai elevar PIB da indústria em 16,5% em 15 anos

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Geraldo Alckmin assumiu nesta quarta-feira (4) o ministério da Indústria e Comércio
Vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB) • Reprodução

O presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin (PSB), destacou, nesta terça-feira (25), durante vídeoconferência de Brasília para um evento na Fiesp (Federação das Industrias do Estado de São Paulo), a importância de se aprovar a reforma tributária e minimizou que as principais mudanças apresentadas serão implementadas em alguns anos.

“Como tudo o que é difícil, é melhor fazer de maneira gradual do que não fazer. Tem um gradualismo, mas daqui a pouco a gente já chega no final. Em 2027, o CBS já entra em vigência. Em 2029, o IBS. Em 2032, a reforma estará totalmente concluída”, pontuou Alckmin.

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De acordo com o também ministro do do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, a reforma tributária “vai estimular o investimento” e impulsionar o crescimento econômico do país. “Em 15 anos, nós poderemos ter um crescimento de 12% do PIB, no critério mais conservador, e de 20% do investimento, além de 12% das exportações”, disse.

“A reforma tributária vai ajudar muito em todos os sentidos. A indústria é aquela que deve ter a expectativa de um aumento de 16,6% em 15 anos. A agropecuária, de quase 11%. O setor de serviços, mais de 10%. E a construção, de quase 20%”, projetou Alckmin.

Geraldo Alckmin destacou ainda os acordos comerciais costurados pelo governo brasileiro e disse que as mudanças no sistema tributário do país vão contribuir também com o processo de abertura de mercados.

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Yuri Cavalieri é jornalista e pós-graduado em política e relações internacionais. Tem mais de 13 anos de experiência em rádio e televisão. É correspondente da Itatiaia em São Paulo. Formado pela Universidade São Judas Tadeu, na capital paulista, começou a carreira na Rádio Bandeirantes, empresa na qual ficou por mais de 8 anos como editor, repórter e apresentador. Ainda no rádio, trabalhou durante 2 anos na CBN, como apurador e repórter. Na TV, passou pela Band duas vezes. Primeiro, como coordenador de Rede para os principais telejornais da emissora, como Jornal da Band, Brasil Urgente e Bora Brasil, e repórter para o Primeiro Jornal. Em sua segunda passagem trabalhou no núcleo de séries e reportagens especiais do Jornal da Band.